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Aécio Neves 2014: PSD se nega a integrar base de Dilma, mas ação pode fazer parte de plano dos próprios marqueteiros do PT.

Aécio Neves: Eleições 2014

Fonte: Blog Aécio Senador

Senador Aécio Neves: lider da oposiçâo

Não deixar – e se possível, diminuir – espaços para novas alianças partidárias em 2014 para Aécio Neves. Esse é o evidente objetivo da “reforma ministerial” que a presidente Dilma Rousseff prepara para hoje. Longe de qualquer interesse em melhor servir à população. Mas o plano parece começar a ruir de dentro para fora (ou será que é uma simples estratégia para desviar o foco?).

Estrategicamente para Dilma ou para o próprio PSD, o presidente do partido e ex-prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, um dia antes do prometido anúncio da troca de ministros, concede entrevista nebulosa: “Deixei claro que a gente não quer participar do governo, é uma decisão do partido. Participar do governo significaria ser da base, mas muita gente no partido não votou na Dilma. Eu, por exemplo, não votei nela”, disse Kassab sobre seu encontro com a presidente na última quarta-feira. Uma atitude de rompimento? Um sinal de que o PSD pode estar batendo asas para outras candidaturas em 2014 como a de Aécio Neves ou de Eduardo Campos (PSB)?

Muita calma nesta hora, porque vejamos o complemento da declaração de Kassab: “Mas não há problemas de proximidade. Imagina se não está próximo um partido que, espontaneamente, por entender que ela é uma boa presidente, caminha para apoiar sua reeleição”.

Ou seja, o PSD vai, mas não vai (!?). Quer ser governo, mas não aceita a oferta. Ou aceitou e finge ser blasé.

De um lado, os oposicionistas ao Governo Dilma poderiam estar vibrando com a notícia, pois seria mais um sinal da incompetência da presidente em formar alianças espontâneas em torno de seu nome. Um caso crônico de “compra de amigos” que o PT possui desde a época do Mensalão.

Mas a análise ainda não pode ser tão rasteira. Os marqueteiros e gurus de Dilma sabem que o caráter eleitoral da reforma ministerial e a obsessão por enfraquecer Aécio Neves já estão tomando uma proporção perigosa, a ponto de, em breve, ser visto negativamente pela própria população.

O jogo eleitoral foi antecipado pelo PT, que julgou ser isso necessário para fortalecer o arco de alianças em torno da campanha pela reeleição de Dilma. A partir de agora, cada movimento deve ser analisado com desconfiança, pois se é um jogo, os petistas não irão deixar tão claras como parecem suas estratégias para enfrentar – em 2014 – Aécio Neves.

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Eleições 2014 caminham para uma disputa entre Aécio e a presidente Dilma. No centro do embate: a eficiência da gestão pública.

Eleições 2014: Aécio

Fonte: Jogo do Poder

 Eleições 2014: por que o medo de Aécio Neves?   01

Eleições 2014: Aécio Neves

As últimas declarações de dirigentes do PT escancaram um medo velado em relação à possível candidatura de Aécio Neves nas Eleições 2014. Os seguidos ataques e tentativas de desqualificarem a pré-candidatura do senador mineiro cresceram como avalanche nos últimos dias, fato que não tem passado despercebido na mídia.

As Eleições 2014 caminham para uma disputa entre Aécio Neves e a presidente Dilma Rousseff. E mais do que isso: um embate que terá a eficiência da gestão pública no centro do debate nacional. E este fator tem causado arrepios no bunker petista, já que é claro e evidente o desgaste sofrido por Dilma nestes dois primeiros anos de seu governo, principalmente em função da inoperância gerencial de sua equipe.

Por outro lado, o Choque de Gestão, modelo inovador de administração pública criado por Aécio Neves e implantado no Governo de Minas desde 2003, já se tornou exemplo internacional. Basta lembrar que o Banco Mundial (Bird) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), por diversas vezes, têm apresentado a gestão do governo mineiro como um exemplo a ser seguido por outros países e estados.

Declarações como a do ex-ministro dos Direitos Humanos e diretor do Instituto Lula, Paulo Vannuchi, de que “o Aécio é candidato para 2018, agora, toda a construção é para ele virar figura de proa, disputar para perder evidentemente” são milimetricamente pensadas. São fortes indícios da estratégia petista de tentar desqualificar o poderio político do senador mineiro. Uma forma de contrapor a extrema capacidade de Aécio Neves de compor alianças em prol de projeto de governo plural. E o PT sabe muito bem disto…

O certo é que o temor petista tem se cristalizado e já ganha as ruas e as análises políticas da mídia. Este será só o começo de uma estratégia do PT de minar ao máximo a extrema vantagem política, partidária e principalmente gerencial que Aécio Neves terá nas Eleições 2014.

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Eleições 2012: Aecio – Artigo de Marcus Pestana avalia o novo cenário com vitória expressiva do PSDB nas grande cidades mineiras.

Eleições 2012: Aecio

 Eleições 2012: projeto de Aecio conquista 80% de Minas

Eleições 2012: Aecio – Artigo de Marcus Pestana avalia o novo cenário com vitória expressiva do PSDB nas grande cidades mineiras.

Fonte: O Tempo

Um balanço das eleições municipais em Minas

O PSDB fez o maior número de prefeitos

MARCUS PESTANA
Deputado federal (PSDB-MG)

As eleições municipais de 2012 marcaram mais um passo na consolidação da democracia. Já é possível visualizar os resultados alcançados pelas diversas forças políticas. Há uma procura obsessiva por um suposto “recado das urnas” ou a tentativa forçada de extrair uma leitura nacional e estratégica. Esforço vão.

A primeira coisa a registrar é que, desde a plena redemocratização em 1985, é a 15ª eleição livre e democrática no país. Todos têm voz e vez. Fala o PMDB, o PSDB, o DEM e o PT. Falam as minorias ideológicas radicalizadas (PSTU, PSOL, PCO, PCdoB). O processo é imperfeito, como imperfeitos são o ser humano e a sociedade. Demagogia, poder econômico, baixo nível de informação, falta de enraizamento partidário, tudo influencia. E do “liquidificador mental” da população nascem as conclusões e as decisões. Como disse o estadista inglês: “a democracia é o pior sistema, exceto todos os outros”.

Por outro lado, por mais que se esforcem os analistas e líderes de plantão, não há um significado nacional e estratégico. As eleições municipais são marcadas pela discussão dos problemas cotidianos das cidades e sobre os melhores gestores para governá-las. É evidente que o julgamento do mensalão pode impactar perifericamente o processo de decisão, mas a lógica é predominantemente local.

Por mais que alguns tenham alertado que 2014 não estava em jogo, a mídia e alguns analistas insistem que a eleição de 2012 preparou o tabuleiro para a eleição presidencial. Como se as eleições locais fossem o prefácio, a antessala da disputa de 2014. Nada mais errado. Collor se elegeu presidente sem ter mais do que dez prefeitos o apoiando. As eleições para presidente da República ou governo do Estado têm grande autonomia. Mais valem o palanque eletrônico na TV e a crescente influência das redes sociais.

Ainda assim, saímos revigorados em Minas Gerais. O PSDB foi o partido com maior número de prefeitos eleitos: 143. As forças aliadas que apoiam o projeto liderado por Aecio Neves e Antonio Anastasia desde 2002 conquistaram 80% das prefeituras e milhares de cadeiras nas câmaras municipais. Nas 59 maiores cidades, com mais de 40 mil eleitores, quatro têm segundo turno; nas 55 cidades restantes, foram 35 vitórias das forças aliadas. Somam-se a estas duas situações peculiares, Pará de Minas e Ubá, com candidatos eleitos não alinhados, mas vice-prefeitos do PSDB.

É de ressaltar a retumbante vitória de Marcio Lacerda e Aecio Neves em Belo Horizonte contra o ex-prefeito, ex-ministro e maior liderança petista em Minas, Patrus Ananias, pela primeira vez na história, no primeiro turno – mesmo com a intensa participação de Dilma e de Lula -, E a significativa vitória do deputado Carlaile Pedrosa na cidade mais industrializada do Estado, Betim.

Para fechar com chave de ouro, só faltam as vitórias de Bruno Siqueira, Lerin, Rui Muniz e Carlim Moura, no próximo domingo. A conferir!

Eleições 2012: Aecio – Link do artigo: http://www.otempo.com.br/otempo/noticias/?IdNoticia=214194,OTE&IdCanal=2

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Aecio e Campos evitam falar da presidência em 2014. Os dois estiveram em Uberaba para apoiar a candidatura de Antonio Lerin do PSB.

Aecio: 2014

 Aecio e Campos evitam falar da presidência em 2014

Aecio e Campos evitam falar da presidência em 2014. Os dois estiveram em Uberaba para apoiar a candidatura de Antonio Lerin do PSB.

Fonte: Agência Estado publicado no Estado de Minas

Aecio e Campos evitam falar de possível aliança entre PSDB e PSB em 2014

Dois dos nomes cotados para terem papéis de destaque na disputa pelo Palácio do Planalto em 2014, o senador Aecio Neves (PSDB-MG) e o presidente nacional do PSB, governador Eduardo Campos (PE), participaram juntos de ato de campanha em Minas Gerais nesta sexta-feira, mas evitaram qualquer referência a uma possível aliança para a corrida presidencial. Pelo contrário, reforçaram parcerias nas eleições municipais, mas o tucano fez a ressalva da “compreensão das circunstâncias do outro”, enquanto Campos salientou que alianças locais significam uma renúncia “às posições em nível nacional”.Aecio é o nome mais cotado do PSDB para a eleição presidencial de 2014 e já manifestou interesse em uma aliança com o socialista, que integra a base do governo da Presidente Dilma Rousseff e é visto como figura essencial em uma possível coligação pela reeleição da petista. Mas PSB e PSDB também mantêm alianças locais, como a que resultou na reeleição em primeiro turno do prefeito de Belo Horizonte, o socialista Marcio Lacerda, e, em 2010, na eleição do governador de Minas, o tucano Antonio Anastasia.Nesta sexta-feira, os dois participaram de ato de campanha do deputado estadual Antonio Lerin (PSB), que chegou ao segundo turno na disputa pela prefeitura de Uberaba, no Triângulo Mineiro, contra o deputado federal Paulo Piau (PMDB). Segundo Campos, porém, a presença dos dois no evento tem significado “para 2012“. “A eleição nem terminou ainda. Falar dessas coisas termina criando problema, mais para Aecio do que para mim”, disse, referindo-se a 2014, em meio a risos inclusive do tucano.

De acordo com o governador, as parcerias locais ocorrem “com muita naturalidade” porque integrantes das duas legendas estiveram juntos “em momentos bonitos da vida brasileira”, como a redemocratização. “Estivemos separados nos últimos anos nas lutas políticas brasileiras, mas, quando o interesse do País foi colocado na pauta, a gente sempre esteve junto. Isso é da maturidade democrática. Não faz a gente renunciar às nossas diferenças nem deixar as posições que temos a nível nacional”, observouCampos, que negou a intenção de rodar o Brasil em uma espécie de pré-campanha. “Quem está pelo País todo é o Aecio“, declarou, mais uma vez entre risos de todos.

Aecio concordou com a aproximação em torno das “grandes questões nacionais”, mas ressaltou que essas alianças ocorrem com “cada um compreendendo as circunstâncias do outro”. “Política é isso. Você compreender as circunstâncias do seu amigo, do seu companheiro. Eduardo participa hoje com seu partido da base de sustentação do governo da presidente Dilma. Somos a oposição. E cada um cumpre o seu papel”, concluiu.

Aécio: 2014 – Link da matéria: http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2012/10/19/interna_politica,324532/aecio-e-campos-evitam-falar-de-possivel-alianca-entre-psdb-e-psb-em-2014.shtml

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Aecio: Copa 2014 e gestão eficiente no Mineirão. Modelo de Gestão adota em Minas para as obras do estádio foi elogiado pela Fifa.

Aecio: Copa 2014 e gestão eficiente

Fonte: Jogo do Poder

Minas Gerais: “exemplo de integração e trabalho”

Secretário geral da FIFA é mais um a reconhecer a vanguarda do modelo de gestão implantado pelo Governo de Minas

 Aecio: Copa 2014 e gestão eficiente no Mineirão

Aecio: Copa 2014 e gestão eficiente no Mineirão. Modelo de Gestão adota em Minas para as obras do estádio foi elogiado pela Fifa.

A promessa de Aecio Neves, quando ainda era governador de Minas Gerais, de que as obras de modernização do estádio Magalhães Pinto, o Mineirão, estariam prontas ainda em 2012 está a um passo de se concretizar. E absolutamente dentro do prazo previsto: 21 de dezembro. E a forma como oGoverno de Minas soube conduzir o projeto em parceria com a Prefeitura de Belo Horizonte e com o Governo Federal foi tida como “exemplar” pelo secretário geral da FIFA, Jerome Valcke.

Mais do que estar com o cronograma absolutamente em dia – 84% das obras já estão concluídas faltando ainda três meses para o prazo final proposto -, o que chamou a atenção do diretor da FIFA foi o modelo de gestão que Minas Gerais adotou, onde, desde o planejamento, passando pelo financiamento e chegando à execução, houve uma sintonia fina entre Estado, município e União.

Ao afirmar que “Belo Horizonte é um exemplo de integração e trabalho”, Valcke confirma o que o então governador de Minas Gerais, Aecio Neves, em 2006, quando da decisão de lançar a capital mineira como candidata a sede da Copa de 2014, já destacava os diferenciais do Estado: atransparência na aplicação dos recursos públicos, a gestão eficiente e a abertura para parcerias, seja no campo público ou junto à iniciativa privada.

Em vistoria às obras do Mineirão, nesta terça-feira (16/10), o diretor da FIFA chegou a recomendar que as outras sedes da Copa do Mundo de 2014 se espelhassem em Minas Gerais tanto no que se refere às obras de modernização dos estádios quanto nos projetos de infraestrutura das cidades.

Em Belo Horizonte, por exemplo, cerca de 50 obras de mobilidade, segurança e infraestrutura urbana ficarão como legado da Copa do Mundo e da parceria que o Governo de Minas formou com a Prefeitura Municipal e a União.

Muitos foram os críticos ao então governador de Minas Gerais, Aecio Neves, quando lançava o desafio de colocar a “gestão eficiente”, o “Choque de Gestão” e a “profissionalização da máquina pública” nas discussões da agenda nacional. Para eles, isso não passava de peça de marketing sem efeito direto para a sociedade ou para o país.

Talvez agora, com o reconhecimento internacional e ao legado que o Governo de Minas deixará com o Mineirão e todas as obras de infraestrutura visando a Copa do Mundo, fique mais fácil para os críticos argumentarem.

Aecio: Copa 2014 e gestão eficiente

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