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Para Aécio, a nova lei, se aprovada, concede uma anistia à presidente pelo não cumprimento da meta fiscal.

Brasil sem rumo

Fonte: PSDB

Aécio diz que PSDB irá ao STF caso Congresso  aprove alteração da LDO
 
senador Aécio Neves (PSDB-MG) afirmou, nesta terça-feira (25/11), que o partido irá ao Supremo Tribunal Federal (STF) caso a base governista aprove o projeto que altera a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), isentando, na prática, a presidente Dilma de cumprir a meta fiscal de 2014. “Se modificada a LDO, a meu ver, de forma inconstitucional, vamos ao Supremo Tribunal Federal com uma ação em relação à modificação da LDO, permitindo que o déficit vire superávit”, afirmou Aécio em entrevista à imprensa no Congresso.
 
Para Aécio, a nova lei, se aprovada, concede uma anistia à presidente pelo não cumprimento da meta fiscal. Ele afirmou que o exemplo que a chefe do Executivo dá aos brasileiros é o pior possível.
 
“Não há mais Lei de Responsabilidade Fiscal. Ninguém vai ter mais autoridade de cobrar de um prefeito ou de um governador que cumpra também os seus percentuais mínimos de investimento em saúde e educação. Por que a presidente pode descumprir e o Congresso Nacional dar a ela esta anistia, e os prefeitos respondem inclusive criminalmente se não cumprirem as suas metas?”, questionou.
 
Aécio voltou a cobrar da presidente o controle dos gastos públicos. “O que eu questiono é a capacidade deste governo de cumprir aquilo que a legislação determina. Não podemos viver num país onde a legislação é alterada em função dos interesses do governante de plantão e de uma eventual maioria que amanhã pode estar no outro campo”, criticou o presidente nacional do PSDB.
 
Retrocesso
 
O senador também criticou a pressão exercida pelo Planalto sobre o Legislativo. Nesta terça, o presidente do Congresso, senador Renan Calheiros, convocou sessão conjunta da Câmara e do Senado para apreciar os vetos presidenciais que estão trancando a pauta e impedindo a votação do projeto proposto por Dilma.
 
“É muito grave aquilo que estamos vendo aqui hoje. Sou parlamentar na essência, presidi essa Casa. Vou lutar até o último instante para defender as prerrogativas do Congresso Nacional. Não se trata mais de questão eleitoral, porque se não amanhã vamos iniciar uma nova legislatura com um retrocesso absurdo em relação à legislatura anterior”, ressaltou.
 
Aécio também afirmou que a sociedade precisa ficar atenta às negociações feitas entre o governo e a base aliada para aprovação do projeto. “É importante estarem atentos para as negociações que estão acontecendo nos porões, hoje, do Palácio. Porque você vê gente da base aguardando que cargos sejam distribuídos, que emendas sejam liberadas, ministérios sejam definidos para votar essa violência em relação à Constituição”, ressaltou.
 
Aécio também fez um alerta para as consequências caso o projeto que modifica a LDO seja aprovado. “A nota de crédito do Brasil vai ser rebaixada, investimentos vão continuar distantes do Brasil. Isso significa menos empregos e menos desenvolvimento. Quem paga ao final desta conta de um governo ineficiente, perdulário, que enganou a população brasileira é o cidadão brasileiro, principalmente o mais pobre”, afirmou.
 
Estelionato eleitoral
 
Aécio voltou a criticar a falta de transparência do governo federal sobre a realidade das contas públicas. Ele lembrou que, durante a campanha, cobrou uma posição da presidente, e a resposta era de que a situação estava sob controle.
 
“Até um mês antes das eleições, autoridades da área econômica diziam que as metas seriam cumpridas, cobrei da presidente da República durante debates o cumprimento dessas metas, a resposta dela era de que as contas estavam equilibradas. Tivemos o pior agosto, o pior setembro e o pior outubro, no que diz respeito às contas públicas, da década. Porque será? Infelizmente o Brasil viveu um grande estelionato eleitoral há poucos meses”, lamentou.

Parecer do corpo técnico do tribunal será submetido ao procurador e juiz eleitoral. Inicialmente foram identificadas 19 irregularidades.

Ainda restam  duas “falhas de natureza grave” e outras três impropriedades não sanadas

Fonte: Hoje em Dia 

Corpo técnico do TRE pede desaprovação de contas de Pimentel e aplica multa de R$ 50 milhões

O órgão técnico do Tribunal Regional Eletoral (TRE) de Minas Gerais opinou pela desaprovação das contas de campanha do governador eleito, Fernando Pimentel (PT). Uma multa de R$ 50 milhões, referente a cinco vezes o valor gasto a mais na campanha, também foi aplicada pelos técnicos. Agora, o parecer dos técnicos segue para apreciação do procurador regional eleitoral e, posteriormente, para o juiz relator Paulo Regério Abrantes, que decidirá se acata ou não o pedido. A consequência da desaprovação pode ser a cassação do registro ou a não diplomação.

Conforme o Hoje em Dia mostrou em 14 de novembro, o corpo técnico da Corte Eleitoral havia encontrado 19 irregularidades na prestação de contas do petista, que foi eleito no primeiro turno em disputa com o tucano Pimenta da Veiga. Na oportunidade, o tribunal deu prazo para campanha regularizar a contabilidade, o que não aconteceu. Entre as irregularidades apontadas no novo relatório do TRE, divulgado hoje, existem duas “falhas de natureza grave” e outras três impropriedades não sanadas. Segundo a primeira falha grave, o candidato extrapolou em R$10.171.169,64 seu limite de gastos. Já a outra falha grave diz respeito a propaganda e publicidade.

Inicialmente, a campanha foi estimada em R$ 42 milhões, mas acabou saindo por R$ 52 milhões. A defesa do petista alega que os gastos de campanha do Comitê Financeiro Único do PT-MG foram também realizados na campanha do candidato. “Que a campanha foi empreendida tanto na prestação do candidato, quanto na do comitê. Aponta que a transferência da conta do candidato para a conta do comitê não gerou nenhuma despesa nova, razão pela qual não pode ser considerada no limite de gasto do candidato”, diz parte do documento relativo à defesa de Pimentel.

Em análise, os técnicos consideraram que partidos podem realizar despesas para as campanhas e são responsáveis pelos seus gastos; ou os candidatos podem fazê-lo, também sob sua responsabilidade. Assim, o partido pode gastar e doar para o candidato, mas não pode gastar pelo candidato sem repassar tais recursos a este beneficiário. Cada qual faz gastos sob sua responsabilidade.

“No entendimento da Unidade Técnica o limite de gastos para o cargo governador pelo PT foi estabelecido, segundo a legislação em vigor, como sendo de R$42.000.000,00 (quarenta e dois milhões de reais). O candidato contrariou o limite imposto e extrapolou o valor à revelia do que lhe foi atribuído, não tomando as devidas providências ou as cautelas necessárias para se manter dentro do limite de gasto estabelecido pelo seu partido e pela legislação”, diz o relatório dos técnicos.

De acordo com a segunda falha grave apontada, o candidato alega que as propagandas e publicidades flagradas pelo Sistema de Controle Concomitante de Financiamento de Campanha – SICOF – desta Justiça Eleitoral não eram de conhecimento do candidato. A defesa do petista alegou que não há como presumir que o candidato majoritário tenha ciência de todo o material gráfico e publicitário que utilizava sua imagem e que era produzido por terceiros. “O próprio candidato lançou várias destas em sua prestação de contas. A responsabilidade do candidato neste caso não pode ser minimizada, haja vista que o controle da imagem e demais itens ofertados através do seu site na internet deveriam ter sido gerenciados”, aponta o relatório.

A campanha petista conseguiu sanar 15 irregularidades. A assessoria do PT foi procurada e informou que está levantando as informações para se manifestar sobre o assunto.

Levantamento ouviu 7.700 eleitores em 213 cidades de todos os Estados brasileiros. Ela foi registrada com o número 01144/2014 no TSE.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Aécio consolida liderança e ruma à vitória, mostra pesquisa de Instituto Veritá

Pesquisa do Instituto Veritá mostrou que nesta reta final da corrida pela Presidência da República a população brasileira está surfando na “Onda da Razão” e levando o candidato da Coligação Muda BrasilAécio Neves, à vitória.

Levantamento divulgado nesta terça-feira (21/10) pelo jornal Hoje em Dia, mostra Aécio com 53,2% dos votos válidos enquanto a presidente Dilma Rousseff (PT) tem 46,8% da preferência do eleitor.

Nos votos totais, Aécio aparece com 47% das intenções de voto. Dilma aparece com 41,4%. Os indecisos somam 7,8% e outros 3,7% votariam em branco ou nulo.

O instituto também perguntou quem os entrevistados acreditam que será eleito o próximo presidente da República, no dia 26 deste mês. Para 56%, o senador tucano vencerá a disputa. Os outros 44% acreditam que a petista sairá vitoriosa.

Veritá constatou ainda que a rejeição da presidente Dilma é maior que a de Aécio. O índice de rejeição dela é de 46,1% dos eleitores.

A pesquisa foi realizada entre os dias 17 de outubro e ontem, e a margem de erro é de 1,4 ponto percentual para mais ou para menos. O levantamento ouviu 7.700 eleitores em 213 cidades de todos os Estados brasileiros. Ela foi registrada com o número 01144/2014 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O nível de confiança é de 95%.

Levantamento ouviu 7.700 eleitores em 213 cidades de todos os Estados brasileiros. Ela foi registrada com o número 01144/2014 no TSE.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Aécio consolida liderança e ruma à vitória, mostra pesquisa de Instituto Veritá

Pesquisa do Instituto Veritá mostrou que nesta reta final da corrida pela Presidência da República a população brasileira está surfando na “Onda da Razão” e levando o candidato da Coligação Muda BrasilAécio Neves, à vitória.

Levantamento divulgado nesta terça-feira (21/10) pelo jornal Hoje em Dia, mostra Aécio com 53,2% dos votos válidos enquanto a presidente Dilma Rousseff (PT) tem 46,8% da preferência do eleitor.

Nos votos totais, Aécio aparece com 47% das intenções de voto. Dilma aparece com 41,4%. Os indecisos somam 7,8% e outros 3,7% votariam em branco ou nulo.

O instituto também perguntou quem os entrevistados acreditam que será eleito o próximo presidente da República, no dia 26 deste mês. Para 56%, o senador tucano vencerá a disputa. Os outros 44% acreditam que a petista sairá vitoriosa.

Veritá constatou ainda que a rejeição da presidente Dilma é maior que a de Aécio. O índice de rejeição dela é de 46,1% dos eleitores.

A pesquisa foi realizada entre os dias 17 de outubro e ontem, e a margem de erro é de 1,4 ponto percentual para mais ou para menos. O levantamento ouviu 7.700 eleitores em 213 cidades de todos os Estados brasileiros. Ela foi registrada com o número 01144/2014 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O nível de confiança é de 95%.

Lula foi além da crítica institucional e citou os nomes de jornalistas: Miriam Leitão, que trabalha no GLOBO, TV Globo e Globonews, e William Bonner, do Jornal Nacional.

Lula espalha ódio para dividir o Brasil

Fonte: O Globo

Em ato em São Paulo, Lula faz nova agressão à imprensa

Enquanto Dilma reclama de mentiras, seu antecessor ataca jornalista

Em evento de campanha ao lado da presidente Dilma Rousseff, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou nesta segunda-feira a atacar a imprensa. Desta vez, porém, foi além da crítica institucional e citou os nomes de jornalistas: Miriam Leitão, que trabalha no GLOBO, na TV Globo e na Globonews, e William Bonner, apresentador do “Jornal Nacional” :

— Daqui para frente é a Miriam Leitão falando mal da Dilma na televisão, e a gente falando bem dela (Dilma) na periferia. É o (WilliamBonner falando mal dela no “Jornal Nacional”, e a gente falando bem dela em casa. Agora somos nós contra eles.

Ouvida, a TV Globo disse que seus jornalistas não falam mal de ninguém, mas apenas cumprem a sua obrigação de perguntar e noticiar fatos.

No mesmo ato, apesar das queixas de Dilma contra o tom agressivo da campanha, Lula passou a fazer fortes ataques ao candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves:

— Esse rapaz (Aécio) não teve educação de berço para respeitar as mulheres. E, sobretudo, uma presidente, mãe e avó. Esse cidadão agrediu, com seu cinismo, tentando deixar Dilma temerosa — disse ele, aplaudido por cerca de cinco mil pessoas aglomeradas numa praça em Itaquera, na periferia de São Paulo.

Em seu discurso, Dilma disse que essa campanha é a “mais conflituosa” dos últimos anos:

— Nunca uma eleição teve aspectos tão agressivos como esta. A agressividade começou com uma sistemática divulgação de inverdades distorcidas. Essa guerra de informações distorceu os fatos — disse ela.

Dilma recebeu no palco a notícia de que estava à frente de Aécio na pesquisa Datafolha divulgada momentos antes.

A presidente soube do resultado pelas mãos do senador Eduardo Suplicy (PT), que não se reelegeu. O senador via pela tela do celular o resultado que acabara de sair. Dilma não escondeu o sorriso. Ao seu lado, Lula também viu o resultado simultaneamente, mas evitou esboçar reação imediata. Logo em seguida, ele começou a conversar com Dilma. Sentado perto dos dois, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, comemorou o resultado, assim que Suplicy lhe contou.

Dilma usou o discurso para reagir a críticas da campanha do PSDB:

— Eles (os tucanos) dizem que foram eles, e não Lula, quem criaram o Bolsa Família — disse ela. — Eles são elitistas, não olham para o povo, só olham para uma minoria. Mesmo em relação ao ProUni, eles entraram na Justiça querendo anular o programa — afirmou a presidente.

Dilma defendeu programas de sua gestão:

— Os tucanos dizem que vão melhorar o Pronatec, mas proibiram o governo de fazer o plano. É um bando de mentiras o que eles divulgam. Quando eles entregaram o governo para nós, entregaram com 11,4 milhões de desempregados, e, hoje, nós temos a mais baixa taxa de desemprego e o maior número de empregos com carteira assinada do G-20 — afirmou Dilma.

Aécio criticou a presidente Dilma por ela não ter se indignado com o conteúdo das acusações contra ex-diretor da Petrobras.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

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Durante debate promovido pela TV BandeirantesAécio Neves voltou a afirmar que não vai congelar recursos para a Segurança Pública e que vai fortalecer Saúde e Educação.

O candidato à Presidência da República pela Coligação Muda BrasilAécio Neves, afirmou nesta terça-feira, em debate promovido pela Rede Bandeirantes, que seu governo vai promover a reconciliação do Brasil com o seu futuro. “Vamos fazer um governo generoso, sem divisão do país, sem Norte e Sul.”

“Quero que vocês tenham absoluta certeza de que saberei, nos próximos quatro anos, se vier a ser o presidente, honrar os compromissos assumidos. Vou fazer um governo honrado e eficiente na qualidade da saúde pública. Que enfrente com coragem o drama da criminalidade, que melhore a nossa qualidade da educação. Eu não permitirei um governo de ‘nós e eles’. Vou fazer um governo da convergência, da generosidade, um governo que permita que você viva melhor”, afirmou Aécio.

Aécio agradeceu a votação que teve no primeiro turno e fez uma homenagem a duas mulheres: Renata Campos, viúva do ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, morto em acidente aéreo em agosto, e Marina Silva, que concorreu à Presidência pelo PSB e declarou seu voto e apoio ao candidato no último domingo.

Os questionamentos e a maneira assertiva como Aécio conduziu o debate deixaram a candidata petista bastante nervosa. Ela evitou responder às perguntas, fugiu do debate e não apresentou propostas para os próximos quatro anos do Brasil.

Já Aécio reafirmou seus compromissos em fortalecer a Educação, melhorar a saúde brasileira e, especialmente, fortalecer a segurança pública, garantindo a aplicação total dos recursos destinados ao setor – ao contrário do que acontece hoje, quando apenas 13% dos gastos com segurança pública vêm do governo federal.

Aécio reiterou que não vai congelar os recursos repassados para segurança pública e prometeu protagonismo na atuação do combate ao crime, especialmente aos casos de violência contra a mulher.

Ainda no tema da segurança pública, o candidato da Coligação Muda Brasil também deu especial atenção à questão da fiscalização das fronteiras. “No meu governo, eu vou assumir o comando de uma política nacional de segurança pública. Controlando as nossas fronteiras, fortalecendo as nossas Forças Armadas, também abandonadas no atual governo, e dando também à Polícia Federal a estrutura que ela deixou de ter”.

Credibilidade

Aécio prometeu fazer um governo para retomar a credibilidade do país e o crescimento da economia. “Qualquer que seja o próximo presidente, vai assumir uma herança perversa, com a inflação saindo do controle, perda de credibilidade e redução de todos os indicadores sociais”, disse.

O candidato da Coligação muda Brasil detectou no discurso da adversária a estratégia do medo, mas destacou que o medo hoje está na sociedade. “Há medo de o PT governar por mais quatro anos. Os empregos estão indo embora. País que não cresce não gera empregos”, afirmou. “Não será crescendo zero, como vamos crescer neste ano, que vamos retomar os empregos. Seu governo afastou os investimentos, sem investimento não há emprego, e os mais penalizados são os mais pobres, os detentores de programas de transferências de renda”, acrescentou.

Durante o debate, a candidata petista tentou desconstruir a gestão de Aécio no governo mineiro, no qual ele teve 92% de aprovação.  Em resposta, Aécio lembrou que o Estado de Minas Gerais tem a melhor saúde da região Sudeste e que o PT reduziu os investimentos no setor de 56% no início do governo de Luiz Inácio Lula da Silva para 45% no governo deDilma Rousseff.

“O que eu quero é mais saúde e mais investimentos”, afirmou Aécio, acrescentando que vai fortalecer o programa ‘Mais Médicos’ e reajustar a tabela do Sistema Único de Saúde (SUS) e das Santas Casas.

Aécio citou que Minas tem a melhor educação fundamental do Brasil e reiterou a criação de 6.000 creches, universalização de acesso das crianças de 4 anos à pré-escola, aprimorar o ensino fundamental e flexibilizar o ensino médio.

Transferência de renda

Aécio afirmou, ainda, que o maior programa de transferência de renda foi o Plano Real, que estabilizou a economia e acabou com a inflação, que corroía o rendimento do trabalhador.

“O Plano Real trouxe a estabilidade da moeda que o PT combateu com toda a força”, afirmou, reforçando que o Bolsa Família – que só foi possível a partir de programas sociais iniciados no governo tucano – será mantido e reforçado, assim como o Minha Casa Minha Vida.

Sobre o programa habitacional, Aécio denunciou que o governo federal deve cerca de R$ 10 bilhões em pagamentos atrasados. “Hoje o Tesouro deve à Caixa Econômica Federal R$ 10 bilhões. A Caixa está pagando, com seus recursos próprios, até o Bolsa Família.”

Inflação e Petrobras

Aécio reiterou que o governo de Dilma Rousseff levou ao descontrole da inflação e que, por isso, hoje as famílias brasileiras não conseguem comprar os mesmos produtos que compravam há quatro anos.  “Vocês fracassaram na política econômica, e a herança que vocês deixarão para o Brasil vai ser muito ruim para o próximo presidente”, afirmou.

Ainda sobre credibilidade, Aécio manifestou sua indignação com o fato de que a presidente da República se indignou com o vazamento das denúncias feitas pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e não com o conteúdo das acusações. Costa denunciou que recursos da estatal foram desviados de contratos e abasteceram o caixa do PT, que, à época, seria administrado pelo tesoureiro do partido, João Vaccari Neto.

PF intimou 12 empresas a prestarem esclarecimentos sobre depósitos efetuados em empresas de fachada de  Youssef para lavagem de dinheiro.

Petrobras: corrupção repartida

Fonte: O Globo

Somadas, elas depositaram R$ 33,5 milhões nas contas de empresas que, segundo Youssef, eram usadas apenas para emissão de notas frias

Polícia Federal intimou doze empresas a prestarem esclarecimentos sobre depósitos efetuados em empresas de fachada utilizadas pelo doleiro Alberto Youssef para lavagem de dinheiro de desvios da Petrobras. Somadas, essas empresas depositaram R$ 33,5 milhões nas contas de quatro empresas que, segundo o doleiro, eram usadas apenas para emissão de notas frias que justificassem o repasse para os partidos políticos – PT, PMDB e PP. Entre as intimadas estão algumas das maiores empreiteiras do país e fornecedoras da estatal, como o Consórcio Mendes Junior/MPE; o consórcio Rnest, capitaneado pela Engevix; duas empresas do grupo OAS, a Galvão Engenharia, o consórcio Sehab e a Coesa Engenharia. Também fazem parte da lista as empresas Treviso, Piemonte e Jaraguá Equipamentos Industriais, cujos nomes também aparecem na lista de depositantes.

De acordo com as investigações, a GFD Investimentos recebeu R$ 18,5 milhões das empresas Piemonte Empreendimentos, que percente a um dos sócios do grupo MPE, (R$ 8,5 milhões), Treviso Empreendimentos (R$ 4,4 milhões), R$ 5,5 milhões do consórcio Mendes Junior/MPE e da Mendes Jr Trading. A MO Consultoria foi a destinatária do restante, com depósitos da Investminas Participações (R$ 4,3 milhões), Consórcio Rnest (R$ 3,260 milhões), Jaraguá Equipamentos (R$ 1,941 milhão), Galvão Engenharia (R$ 1,530 milhão), Construtora OAS (R$ 619,4 mil), OAS Engenharia e Participações (R$ 563 mil), Coesa Engenharia (R$ 435 mil) e Consórcio Sehab (R$ 431 mil).

Todas as empresas deverão anexar a documentação referente aos pagamentos. Para a Justiça Federal, elas terão oportunidade de esclarecer se os pagamentos tiveram “causa lícita” e, inclusive, colaborar com as investigações, uma vez que várias já manifestaram intenção de prestar informações sobre o esquema de desvio de recursos de obras daPetrobras.

Acusadas de formação de cartel pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e pelo doleiro, as fornecedoras da Petrobras deverão também ser alvo de investigação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), a exemplo das fornecedoras do Metrô, que foram acusadas pela alemã Siemens de atuar em cartel.

O Cade informou ao GLOBO nessa segunda-feira que a Procuradoria Geral do órgão já pediu acesso aos depoimentos e documentos relativos a indícios de cartel e que a abertura da investigação deverá ser feita pela Superintendência Geral do Cade. O compartilhamento de provas, que estão dispersos em vários processos abertos em decorrência da Operação Lava Jato, deverá seguir trâmite específico. Na Justiça, as empresas terão de se manifestar em processos criminais abertos para investigar evasão de divisas e lavagem de dinheiro. No Cade, o processo é administrativo para apurar se as empresas cometeram infração à ordem econômica.

Veja a lista de depósitos e empresas:

– depósitos de R$ 8.530.918,57 na conta da GFD Investimentos por parte da empresa Piemonte Empreendimentos Ltda.;

– depósitos de R$ 4.400.000,00 na conta da GFD Investimentos por parte da empresa Treviso Empreendimentos Ltda.;

– depósitos de R$ 2.533.950,00 na conta da GFD Investimentos por parte de Consórcio Mendes Júnior MPE SE;

– depósitos de R$ 3.021.970,00 na conta da GFD Investimentos por parte de Mendes Jr. Trading E Engenharia;

– depósitos de R$ 4.317.100,00 na conta da MO Consultoria por parte de Investminas Participações S/A;

– depósitos de R$ 3.260.349,00 na conta da MO Consultoria por parte de Consórcio RNEST O. C. Edificações, capitaneado pela empresa Engevix Engenharia S/A;

– depósitos de R$ 1.941.944,24 na conta da MO Consultoria por parte de Jaraguá Equipamentos Industriais;

– depósitos de R$ 1.530.158,56 na conta da MO Consultoria por parte de Galvão Engenharia S/A;

– depósitos de R$ 619.410,00 na conta da MO Consultoria por parte de Construtora OAS Ltda.;

– depósitos de R$ 563.100,00 na conta da MO Consultoria por parte da OAS Engenharia e Participações S/A;

– depósitos de R$ 435.509,72 na conta da MO Consultoria por parte da Coesa Engenharia Ltda.; e

– depósitos de R$ 431.710,00 na conta da MO Consultoria por parte de Consórcio SEHAB.