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Archive for the ‘Polítca’ Category

Aécio: poucas vezes a história pôde ver a emergência de uma liderança tão intensa e tão próxima da realidade daqueles a quem conduz.

Reflexões e renovação

Fonte: Folha de S.Paulo

Coluna Aécio Neves

O ano de Francisco

Se o Natal é sempre oportunidade para reencontros e esperanças, o de 2013 será especialmente simbólico, alimentado por novas reflexões em torno da ideia da renovação.

Será o primeiro Natal de Jorge Mario Bergoglio à frente do seu pontificado, o personagem que melhor incorporou a necessidade e a possibilidade de transformação de um mundo ainda convulsionado pela fome, violência, destruição do patrimônio natural e refém de uma gigantesca desigualdade.

Com legitimidade, demonstrou que a grande mudança começa, na verdade, dentro e em torno de cada um de nós e se concretiza nas posturas que assumimos no dia a dia.

Provou o quanto o exemplo é valioso, quando inexiste contradição entre discurso e prática. E que o novo, muitas vezes, pode ser o que há de mais antigo. No caso, a busca da verdade, da ética, da solidariedade e do bem comum.

Poucas vezes a história pôde ver a emergência de uma liderança tão intensa e definitiva e tão próxima da realidade daqueles a quem conduz.

Francisco conquistou reconhecimento genuíno, mesmo entre os não católicos, porque conseguiu falar aos corações de todas as pessoas e religiões, por meio da sinceridade e humildade de sua . Não é por acaso que, mundo afora, tenha conquistado o afetuoso tratamento de “Papa do Povo“.

Ao escolher o seu nome papal, ele já anunciava a que viera, buscando uma forte identidade com os despossuídos.

Adotou o despojamento e a simplicidade, reduzindo o fausto das tradições que destoava dos valores da sua pregação. Outras ações tiveram impacto mais profundo, como divulgar as contas do Vaticano e buscar respostas para as acusações de corrupção e lavagem de dinheiro no banco estatal e para desvios de conduta de religiosos.

A preocupação com os jovens somou-se à busca de caminhos para maior participação de mulheres na igreja. Um generoso acolhimento substituiu a intransigência na condução de temas complexos como o da sexualidade. A justiça social ocupou um papel importante no seu discurso, mas sem concessões à demagogia.

Em Francisco, as pessoas conseguem sentir a verdade na fala e nos gestos. Do alto dos seus 77 anos, ele não precisou de qualquer pirotecnia para fazer a Igreja Católica encontrar um caminho que a aproximasse mais de seus fiéis e de seus próprios valores.

Há um resultado evidente e mensurável com um parâmetro bem terreno: 2 milhões de pessoas estiveram nas audiências abertas, desde que ele foi eleito em março, um número quatro vezes maior que as recebidas pelo seu antecessor.

Que o significado do exemplo do papa Francisco ilumine o Natal de todos os brasileiros. A você e a sua família, os meus votos de um Feliz Natal, de muita paz e harmonia.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.

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Presidente do Senado defende mandato no BC. Para Aécio, condução da política monetária deve ser feita “independente de mudança na legislação”.

Autonomia do Banco Central

Fonte: O Estado de S.Paulo

Aécio afirma ser contra mandato no BC

Proposta rechaçada por tucano foi ressuscitada pelo presidente do Senado, que pretende colocar a matéria em votação até dezembro

presidente do PSDB e provável candidato à Presidênciasenador Aécio Neves, afirmou nessa terça-feira, 29, que não considera necessária a aprovação de uma lei para fixar mandatos para diretores e presidente do Banco Central. O assunto foi retomado na sexta-feira, quando o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), defendeu a votação até o final do ano de um projeto que garantiria a autonomia funcional ao banco.

“Eu acho que ela (a autonomia funcional) não precisa de um regramento legal. Ela pode ser exercida, como em parte vem sendo feita hoje, pelo governo”, disse o tucano, antes de evento no Senado em comemoração aos 25 anos da Constituição. Para Aécio, a autonomia do Banco Central tem de ser preservada e a condução da política monetária pela instituição pode ser feita “independente de mudança na legislação”.

A proposta de Renan Calheiros é votar um substitutivo do senador Francisco Dornelles (PP-RJ) que prevê mandato de seis anos para a diretoria do BC, com a possibilidade de apenas uma recondução. A nomeação deles é feita pelo presidente da República, mas precisa passar por sabatina no Senado em votação secreta. A demissão de quaisquer desses dirigentes também tem o mesmo padrão, sendo necessário um pedido do presidente devidamente justificado. A perda do cargo só ocorrerá em duas hipóteses: gestão que acarrete grave prejuízo à economia nacional ou descumprimento de metas estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional.

Além do bombardeio de críticas nos últimos dias contra Renan Calheiros de aliados no Congresso sobre a surpreendente retomada do debate, o vice-presidente da República, Michel Temer, foi o primeiro integrante do governo Dilma a falar sobre o assunto. Sem querer melindrar o correligionário, Temer disse que pretende conversar com o presidente do Senado sobre o projeto. “É um assunto delicado, que precisa ser muito bem examinado. O Banco Central está agindo corretamente e competentemente”, comentou Temer, que também participou da solenidade no Senado.

A despeito das queixas, o presidente do Senado sinaliza que quer votar a matéria mesmo sem acordo com o governo. Renan disse que pretende colocar o seu “protagonismo” para apreciar a matéria, que considera como um assunto “prioritário”. A reportagem apurou que a decisão de dar impulso ao assunto ocorreu numa conversa entre ele e o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) na semana passada. “Eu vou colocar o protagonismo do presidente do Senado para que nós possamos amadurecer essa matéria e votá-la”, disse ele, ao lembrar que a proposta é uma das suas bandeiras de campanha para voltar ao comando do Congresso.

‘Sem tempo’. Questionado pelo Estado, Renan respondeu que ainda não tinha conversado com a presidente Dilma Rousseff sobre a votação da proposta. Mas, mesmo sendo um aliado próximo de Dilma, ele fez uma autoanálise sobre sua atitude. “No parlamento, toda vez que você defende uma posição, você não tem tempo de comunicar as pessoas. Isso não significa dizer que aquelas ideias não vão para frente”, afirmou.

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Aécio: “O PT não inovou. Na verdade, enquanto acompanhou a agenda do PSDB, veio bem. Depois que a abandonou as coisas pioraram”, criticou.

Eleições 2014

Aécio prepara plano de governo

Eleições

Aécio prepara plano de governo

Com ataques ao PT, presidente do PSDB anuncia para dezembro divulgação das propostas para 2014. Em encontro com líderes paulistas, ele disse que a federação foi destroçada

Alessandra Mello

O senador Aécio Neves (PSDB-MG), presidente do PSDB nacional e pré-candidato do partido à Presidência da República, anunciou ontem em Presidente Prudente, interior de São Paulo, que o partido vai lançar até dezembro uma agenda com propostas e desafios para o Brasil, uma espécie de prévia do plano de governo da legenda para 2014. Segundo ele, o PT, desde que assumiu o governo, não inovou e adotou as mesmas propostas dos anos do governo Fernando Henrique Cardoso.

“A agenda que está hoje em curso no Brasil foi a proposta pelo PSDB lá atrás, a agenda da estabilidade monetária, da lei de responsabilidade fiscal, dos programas de transferência de renda, da modernização da nossa economia, com a privatização de determinados setores. O PT não inovou, não trouxe uma nova agenda. Na verdade, enquanto acompanhou a do PSDB, veio bem. Depois que a abandonou, sobretudo do ponto de vista macroeconômico, as coisas começaram a piorar”, criticou o senador, que desde anteontem participa em São Paulo de encontros com prefeitos e lideranças.

Para o tucano, nenhuma das grandes questões da agenda da federação foram enfrentadas pelo atual governo. ”Seja o aumento do percentual do fundo de participação, seja o impedimento de desonerações que afetem as receitas dos estados e municípios ou o fim da tributação do Pasep, por exemplo”. Aécio disse que as propostas para o Brasil serão discutidas com lideranças de todas as regiões do país, com o objetivo de apontar os investimentos necessários e a maneira de “financiar melhor as ações sociais do governo” e novas opções “para garantir geração de empregos de melhor qualidade”.

O senador disse que o Brasil precisa construir uma proposta que passe pelo fortalecimento dos municípios e dos estados, pois, segundo ele, a “federação foi destroçada ao longo dos últimos anos”. Para ele, é necessário “maior generosidade” no financiamento da saúde pública, da segurança e da educação. “Onde as pessoas qualificadas ocupem os postos de governo, onde haja uma parceria transparente com o setor privado ao alavancar obras de infraestrutura, onde haja uma reinserção do Brasil nas cadeias globais de produção”. Aécio defendeu ainda políticas para a superação efetiva da pobreza. “E não apenas administração da pobreza, como parece querer o PT“, criticou.

Candidatura. Sobre a candidatura tucana ao Palácio do Planalto, pleiteada também pelo ex-governador José Serra, o presidente do PSDB disse que no momento certo o partido vai definir aquele que irá empunhar a bandeira do partido na disputa. “Não adianta ter uma candidatura se não tiver propostas claras, se as pessoas olharem para o partido e não identificarem nele uma alternativa melhor do que esta que está aí. Acho extremamente positivo que Serra esteja no quadro do PSDB pela sua qualificação. Fiz um esforço pessoal para que abandonasse sua saída do partido”, afirmou.

Aécio afirmou que é hora de o partido voltar ao governo. “Está na hora, em benefício do Brasil, de encerrarmos esse ciclo de desgoverno do PT e iniciar um outro de eficiência e responsabilidade para com todas as conquistas que obtivemos até aqui. A grande verdade é que a herança bendita do governo do PSDB está se exaurindo. É preciso novamente um governo do PSDB“, defendeu.

Amanhã, Aécio estará em Uberlândia, para iniciar a série de encontros Conversa com os mineiros, reunindo o PSDB e 10 partidos aliados. O  governador Antonio Anastasia participa também.

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Gestão deficiente: governo Dilma não cumpre meta de entregar 130 mil cisternas até julho aos atingidos pela seca.

Gestão deficiente e o governo do PT

Gestão deficiente do PT: Nordeste fica sem cisternas

Fonte: Folha de S.Paulo 

Dilma descumpre meta de entregar 130 mil cisternas

Dos reservatórios prometidos em abril, só 59 mil foram entregues no prazo

ONGs levantam dúvidas sobre a durabilidade de cisternas de polietileno, que são mais caras que as feitas de cimento

O governo Dilma Rousseff não cumpriu nem metade da meta de entregar 130 mil cisternas até julho aos atingidos pela seca no Nordeste.

Dos reservatórios de água prometidos pela presidente no dia 2 de abril, em evento com sete governadores em Fortaleza (Ceará), 59 mil foram entregues no prazo.

A ideia de acelerar a entrega de cisternas até meados do ano tem um motivo climático. É nesse período que se encerra a época de chuvas –ainda que escassas– na região do semiárido.

Os moradores que receberam as cisternas no prazo e tiveram a sorte de contar com alguma chuva conseguiram armazenar essa água para enfrentar mais um período de meses de estiagem.

CARROS-PIPA

Fora do período de chuvas, o sertanejo depende apenas dos carros-pipa para abastecer seus reservatórios.

Uma opção são os veículos contratados pelo Exército, nem sempre com equipes e água suficientes.

Outra é pagar pelo abastecimento a carros-pipa de particulares (cerca de R$ 100 para encher o reservatório) ou de veículos da prefeitura, que muitas vezes abastecem apenas as cisternas de seus aliados políticos no município.

Considerada a pior dos últimos 50 anos, a seca já deixou cerca de 1.500 municípios do Nordeste e Minas Gerais em estado de emergência, afetando dez milhões de pessoas. Também arrasou a agropecuária, com perdas de cultivos e de animais.

Gestão deficiente e o governo do PT

METAS

Ministério da Integração Nacional coordena o programa. As cisternas são compradas e levadas aos municípios, onde empresas locais cuidam da instalação.

Além da meta de 130 mil até julhoDilma falava em 240 mil até dezembro e um total de 750 mil até o final do de 2014, ano eleitoral.

De abril até agora, segundo o governo federal, 125 mil reservatórios foram entregues e o governo federal gastou R$ 437 milhões na aquisição das cisternas.

Em municípios do interior do Ceará, como Acopiara (a 355 km de Fortaleza) e Canindé (a 118 km da capital), as cisternas de polietileno já se integraram à paisagem local: elas se acumulam em depósitos a céu aberto à espera de instalação.

Moradores da região se cadastraram desde o início do ano para recebê-las. Sem os reservatórios, eles não podem nem armazenar água dos carros-pipa. A única alternativa é, diariamente, encher baldes nos poucos açudes que ainda não secaram.

AÇUDES

É o que faz a dona de casa Maria Luciana da Silva, 30, da zona rural de Acopiara. Ela leva uma hora na caminhada para buscar água.

“Não vem aqui o carro-pipa“, diz a moradora, que reclama por ainda não ter recebido os reservatórios –que já chegaram a algumas das casas vizinhas.

Mas quem já recebeu as cisternas também enfrenta problemas. A Folha encontrou residências com equipamentos entregues há meses, mas que ainda não foram instalados.

A agricultora Silvana de Araújo, 38, de Acopiara, afirma que o reservatório foi deixado em seu quintal há quatro meses, sob a promessa de uma instalação rápida.

Até agora está parado. Ela, o marido e os cinco filhos bebem a água de açude.

Em Canindé, o aposentado Mozar Cruz, 65, recebeu só no início deste mês a sua cisterna. Mas ele diz ter pago um carro-pipa particular para enchê-la porque a água dos carros do Exército é pouca. “Não dá pra todo mundo”, diz.

Gestão deficiente: governo Dilma não cumpre meta de entregar 130 mil cisternas até julho aos atingidos pela seca..

LENTIDÃO

A promessa das cisternas faz parte de um pacote de medidas contra a seca anunciadas em abril pela presidente.

O governo resolveu priorizar as cisternas de polietileno sob o argumento da rapidez na instalação, em vez de reservatórios com placas de cimento, que continuam a ser feitos em menor escala.

Isso apesar de serem mais caras –custam R$ 5.000 a unidade, enquanto as de placa saem por cerca de R$ 2.200.

As organizações não governamentais que participavam da produção das cisternas de placa, porém, passaram a levantar dúvidas sobre a durabilidade do novo tipo.

governo federal argumenta que o polietileno é resistente ao calor e que o reservatório tem vida útil média de 35 anos.

A lentidão não afeta somente a instalação das cisternas: em junho, reportagem da Folha mostrou que as ações estão demorando a chegar a moradores afetados. Houve atraso, por exemplo, na entrega de milho subsidiado e na liberação de verbas para perfuração de poços.

Empresas deixaram de preparar o terreno

Fonte: Folha de S.Paulo 

Empresas contratadas para instalar as cisternas de polietileno no semiárido cearense estão repassando às vítimas da seca o trabalho de cavar o terreno onde os reservatórios serão implantados.
A distribuição da tarefa às famílias afetadas inclui a promessa de pagamento de R$ 50, o que ainda não ocorreu.O calote foi relatado à Folha por beneficiários que fizeram esse tipo de trabalho em Acopiara e Canindé.Representantes das empresas confirmam a pendência nos pagamentos, mas dizem que os acordos serão cumpridos nas próximas semanas.

Nesses municípios, as empresas responsáveis pela implantação das cisternas são, respectivamente, a cearense Edmil Construções e a potiguar Campo Construções (que subcontratou a A&C Construções, também do RN).
Juntos, os contratos dessas duas empresas somam cerca de R$ 30 milhões com governos do Ceará e federal para implantar as cisternas em uma série de municípios.

Ao repassar parte do trabalho aos beneficiários, as firmas ampliam o lucro, ao economizar com a mão de obra.

Sob o temor de perder as cisternas, os beneficiários têm receio de reclamar.

Em Acopiara, o agricultor José Soares de Lima, 58, diz que que chamou o filho e um genro para cavar o buraco, num trabalho de dois dias.

“Ainda não ouvi falar de ninguém que recebeu”, afirma. “Não é um dinheirão, mas é um prometimento.”

A Folha também ouviu relatos semelhantes em Canindé. “Não pagaram, mas não tem problema não”, afirma um beneficiário que pediu para não ser identificado.

O coordenador da Edmil Construções, Jucilane Braga, disse que a greve dos bancos “atrapalhou muito” o pagamento e que estão regularizando “aos poucos”. Segundo ele, a empresa envolveu os moradores nas escavações para agilizar a instalação.

O coordenador de implantação das cisternas em Canindé pela A&C Construções, Francisco Mourão, disse: “Algumas [famílias] onde estamos instalando [as cisternas] já estão sendo ressarcidas”.


Licitações atrasaram entrega, diz governo

Fonte: Folha de S.Paulo

OUTRO LADO

Ministério afirma que transporte das cisternas é complexo; empresas prometem concluir trabalhos até o fim do ano

Dificuldades para levar cisternas pesaram na demora; empresas prometem concluir obras até o fim do ano

A “complexidade” das licitações e a logística do transporte atrasaram o cronograma de entrega das cisternas de polietileno, de acordo com o Ministério da Integração Nacional.

“Devido à abrangência e complexidade do objeto das licitações previstas para este ano no âmbito do programa Água para Todos, os processos licitatórios exigiram mais tempo para a sua conclusão”, informou a pasta, em nota.

“Além disso, a logística de transporte dos reservatórios de polietileno, também complexa, e o difícil acesso às comunidades mais isoladas foram outros fatores de relevância para identificar a necessidade de adaptação dos cronogramas de entrega”, afirma ainda o Ministério da Integração Nacional.

O ministério diz que, desde o início do programa Água para Todos, em 2011, até agosto de 2013, foram instaladas 401 mil cisternas de armazenamento de água para consumo humano. Segundo a pasta, até 2014 devem ser construídas 750 mil cisternas para o programa. O governo também prevê 20 mil pequenos sistemas de irrigação e 3 mil barragens de água pluvial.

A empresa cearense Edmil Construções, que cuida das cisternas em Acopiara, afirma que até agora foram instaladas 2.300 de um total de 3.400 cisternas, e que pretende terminar todo o processo até o fim de novembro.

“A gente já superou as expectativas. Começamos no início de maio e, em cinco meses, já tem 2.300 montadas”, disse o coordenador da Edmil, Jucilane Braga.

Em Canindé, o coordenador da implantação das cisternas pela empresa potiguar A&C Construções, Francisco Mourão, o atraso ocorreu porque o trabalho ficou paralisado de março a junho para a “readequação do projeto”.

Segundo ele, na próxima semana haverá aumento no número de funcionários e o trabalho deverá ser concluído até o final de dezembro.

Mourão diz que há entre 700 a 800 cisternas instaladas, de um total de 2.000.

Em relação ao repasse do trabalho de escavação dos terrenos às famílias que vão receber as cisternas, Mourão disse que isso foi feito com a finalidade de “gerar renda” para os moradores e que os pagamentos já estão sendo regularizados.

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Aécio: documento faz duras críticas à maquiagem feita nas contas públicas. Medidas do governo enfraquecem credibilidade do Brasil.

Economia e gestão deficiente

Fonte: Jogo do Poder

Aécio Neves: relatório do FMI mostra erros da política econômica do governo

“É preciso encerrarmos este ciclo e iniciarmos um outro, onde haja transparência, eficiência e seriedade”, diz Aécio

senador Aécio Neves afirmou, nesta quinta-feira (24/10), que o relatório divulgado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) mostra a fragilidade e os erros da política econômica adotada pelo governo federal e comprova as dificuldades de crescimento enfrentadas pelo país.
O documento faz duras críticas à maquiagem feita nas contas públicas e afirma que medidas do governo têm sido responsáveis por enfraquecer a credibilidade do Brasil frente ao mundo. O FMI alertou também para a inflação alta, a falta de competitividade da indústria brasileira e a ausência das reformas que o país precisa.

“O relatório do FMI mostra de forma clara as fragilidades da economia brasileira. Ao apostarmos no crescimento apenas via consumo, abandonamos aquilo que era fundamental, criar condições para que a oferta aumentasse. A maquiagem fiscal grave, que gera insegurança àqueles que buscam investir no Brasil, foi apontada também como um dos quesitos mais graves. A inflação alta para padrão de países como o Brasil é outro alerta importante que nos trás o FMI”, disse o senador Aécio.

Elaborado a partir de entrevistas feitas com representantes do governo e do setor privado, o relatório comprova ainda que as incertezas geradas pela interferência do governo federal na área econômica vêm afetando os investimentos no Brasil.

Tripé econômico

Aécio Neves voltou a defender que o Brasil inicie um novo ciclo com a retomada do tripé econômico adotado pelo governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e que permitiu a estabilidade da moeda, controle da inflação e o crescimento da economia no passado.

“O FMI confirma tudo aquilo que dizíamos já há alguns anos. A flexibilização do tripé que nos trouxe até aqui, de metas de inflação, de câmbio flutuante, de superávit primário, tem feito com que o Brasil perca oportunidades históricas de investimentos que gerem renda e gerem emprego no Brasil. É preciso encerrarmos, rapidamente, este ciclo e iniciarmos um outro onde haja transparência, eficiência e seriedade na condução da política econômica brasileira”, afirmou Aécio Neves.

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Aécio: em tom de ironia, pré-candidato do PSDB em 2014 considerou “um enorme fracasso” o resultado do leilão: apenas um grupo fez oferta.

PT privatiza o petróleo

Privatização: Aécio dá boas vindas ao PTAécio Neves . Foto: Moreira Mariz/Agência Senado

Fonte: O Globo

Aécio: ‘PT entrou no mundo da privatização’

Eduardo Campos critica resultado: ‘É de fato uma exploração privada, não adianta usar sofismas’

Pré-candidato à presidência da República, o presidente do PSDB e senador Aécio Neves (MG) criticou ontem o resultado do leilão do campo de Libra e o modelo de partilha adotado pelo governo Dilma Rousseff; e apontou supostas ingerências políticas na Petrobras. Em tom de ironia, o tucano ainda saudou a entrada da presidente Dilma e dos petistas no “mundo das privatizações“.

– Devo hoje dar as boas vindas à presidente da República ao mundo das privatizações, agora no setor do petróleo. E talvez não seria favor algum o governo do PT poder orgulhar-se de dizer que fez a maior privatização de toda a história brasileira, mas o fez com enorme atraso, que custou muito caro ao Brasil – disse Aécio, em discurso na tribuna do Senado. O pré-candidato do PSDB considerou “um enorme fracasso” o resultado do leilão, já que apenas um grupo fez oferta:

– Acredito que o governo comemorou, com o ufanismo de sempre, um enorme fracasso. Ao responder ao líder do PSDB, senador Aloysio Nunes Ferreira (SP), que havia dito que o próximo leilão ocorrerá sob o comando de um novo governo, Aécio criticou supostas ingerências políticas na Petrobras:

– O que eu posso dizer é que, num governo do partido de Vossa Excelência, a Petrobras será novamente privilegiada pela meritocracia no seu comando. Não se subordinará a interesses circunstanciais de governo e nem entrará nessa disputa ideológica que tanto mal vem fazendo ao país. Nós precisamos reestatizar a Petrobras, entregar novamente a Petrobras aos brasileiros. Aécio defendeu o modelo de concessões:

– No modelo de concessões, e me refiro apenas em relação à 11ª rodada, agora, feita em maio, sobre o bônus de assinatura, o ágio superou 620%. O líder do DEM, senador José Agripino (RN), também mostrou preocupação com a capacidade da Petrobras de arcar com os investimentos para a exploração do pré-sal:

– Nós queremos é que o Brasil dê certo, mas, do jeito que vai, não vai dar certo. O único governista a fazer um contraponto ao discurso de Aécio foi o senador Eduardo Suplicy (PT-SP). Ele ressaltou o montante que será pago pela exploração do campo de Libra e os investimentos que serão feitos em saúde e educação.

– O fato de ter parceria com empresas privadas está longe de ser uma privatização total. Mais tarde, o líder do PT, senador Wellington Dias (PI), ocupou a tribuna do Senado para rebater o pré-candidato do PSDB. Ele defendeu o modelo de partilha, criticou o processo de privatizações do governo Fernando Henrique e afirmou que a Petrobras é uma empresa “sólida”:

-Nessa nova modelagem 85% de toda a renda é do Brasil.

Em Teresina, o governador de Pernambuco e possível candidato do PSB à Presidência da RepúblicaEduardo Campos, afirmou que o leilão de Libra foi uma privatização. Em pronunciamento ontem na TV, a presidente Dilma afirmara que o leilão não foi uma privatização.

– Não houve um ágio, não cresceu o preço. É de fato uma exploração privada, não adianta sar sofismas. O modelo permitiu que a exploração possa ser feita por empresas privadas – disse Campos.

PARA LULA, UM ‘GRANDE SALTO NO GOVERNO’

governador de Pernambuco criticou também a ausência de um plano de contingência para riscos ambientais. A mesma crítica foi feita pela ex-senadora Marina Silva, também possível candidata à presidência pelo PSB, que esteve ontem em Cascavel, no Paraná. Segundo Marina, isso pode ter frustrado o interesse de grandes empresas

– As empresas precisavam saber dos requerimentos ambientais necessários para efetuar as operações. Caso haja um desastre ambiental, como o que aconteceu recentemente no Golfo do México, como elas iriam agir? Ela também criticou a falta de disputa no leilão.

– Esse leilão era considerado o mais promissor do ponto de vista econômico pelo governo, mas no entanto só tev o comparecimento de um grupo interessado. Em entrevista a jornalistas portugueses em Lisboa, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que o leilão de Libra foi um grande salto do governo brasileiro, destacando que o dinheiro da exploração da área será investido na educação e na saúdeLulaafirmou ainda que algumas pessoas não reconhecem a importância do leilão “por estarmos entrando em ano eleitoral”.

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Dilma ocupou mais uma vez no ano cadeia de rádio e TV, agora para defender a privatização do pré-sal.

Fonte: Valor Econômico 

Aécio critica uso de cadeia nacional de rádio e TV por Dilma Rousseff

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) criticou há pouco, em nota divulgada pelo partido, o uso feito pela presidente Dilma Rousseff de cadeia nacional de rádio e TV para se comunicar com a população sobre o resultado do leilão do campo petrolífero de Libra, realizado nesta segunda-feira no Rio de Janeiro.

Segundo o presidente do PSDB, “pela 16ª vez, em apenas dois anos e dez meses de mandato, a presidente Dilma Rousseff contraria a legislação em vigor e apropria-se, indevidamente, de mais uma Rede Nacional de Rádio e TV, reduzindo um instrumento do Estado brasileiro a mera ferramenta de propaganda política e eleitoral”.

“Trata-se de mais uma vergonhosa tentativa de impor à opinião pública a versão da realidade que interessa ao governo. Pena que, tratando da Petrobras, a presidente não tenha reservado parte do tempo para esclarecer os brasileiros sobre a gigantesca desvalorização que administrações do PT causaram à empresa, comprometendo importante patrimônio dos brasileiros”, acrescenta a nota. “O PSDB repudia, mais uma vez, a despropositada e intencional mistura entre os limites e deveres da presidente e os interesses da candidata à reeleição”, conclui o texto.

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