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Archive for the ‘Obras para a Copa de 2014’ Category

A modernização do Mineirão está na terceira e última etapa. Essa fase é fruto de uma Parceria Público-Privada (PPP). Existe um contrato entre o Governo de Minas e o parceiro privado Minas Arena que implica multas caso a obra não esteja concluída até 21 de dezembro de 2012. A multa é de R$ 100 mil por dia de atraso.

A Minas Arena, constituída pelas construtoras Construcap S.A. Indústria e Comércio, Egesa Engenharia S.A. e Hap Engenharia Ltda, é a empresa responsável pelas obras e, posteriormente, pela operação do estádio por 25 anos e mantém o cronograma rigorosamente em dia.

“A obra do Mineirão está em dia e vai ficar pronta na data marcada, 21 de dezembro de 2012, seis meses antes da Copa das Confederações que começa no em junho de 13. Isso é fundamental, porque o estádio simboliza a Copa e, de certa forma, dita o ritmo das demais obras. Minas estará 100% pronta para a Copa ”, afirma o secretário de Estado Extraordinário da Copa do Mundo, Sergio Barroso.

Mineirão

Metade da obra já está pronta. Atualmente são 1.700 operários, sendo entre eles cerca de 100 mulheres e cerca de 20 detentos. 75% das peças para construção da esplanada (pré-moldados) já estão prontos, e 50% das peças já instaladas; três das quatro gruas previstas já foram instaladas. A montagem dos anéis de arquibancada inferior já começou e, neste mês de março, chegam as treliças (estruturas em aço) da nova cobertura.

O Novo Mineirão, após a reforma, terá 64 mil lugares, esplanada com capacidade para 65 mil pessoas, 80 camarotes, 2.500 vagas para carros, tribuna para quase três mil jornalistas, sete mil m2 para comércio e cobertura que capta energia solar e transforma em elétrica capaz de abastecer 1.200 residências de médio porte.

Hotéis

Estão em construção na capital 34 hotéis, outros 17 empreendimentos estão na reta final do processo de licenciamento e na Região Metropolitana serão mais 24 hotéis até a Copa. Seis novos hotéis já estão em funcionamento na Grande BH. Com isso, BH poderá ter até 75 hotéis a mais que acrescentarão 25.438 leitos até 2014. Atualmente, são 30.194 leitos distribuídos em 314 meios de hospedagem situados a, no máximo, 100 quilômetros de Belo Horizonte. Desses 34 em construção um tem classificação cinco estrelas; 13, quatro estrelas; 18, três estrelas e um de uma estrela. Em fase de licenciamento, há mais cinco hotéis cinco estrelas.

Capacitação

Até o final deste ano, cerca de 5 mil pessoas serão capacitadas para a Copa em projetos que envolvem parcerias do Governo de Minas com a iniciativa privada (cursos de línguas, agentes de informação turística, guia de turismo, auxiliar de cozinha, camareira, garçom, recepcionista, gestão de negócio, planejamento de emergência hospitalar externa e princípios de medicina de catástrofe).

Mobilidade urbana: Belo Horizonte vai ganhar até a Copa de 2014, três corredores exclusivos para ônibus articulados, os chamados Bus Rapid Transit (BRT) que transportarão cerca de 750 mil pessoas e que estarão concluídos em 2013.

Aeroporto

Obra federal em andamento com conclusão prevista para dezembro de 2013. Após a reforma o aeroporto Internacional Tancredo Neves terá capacidade ampliada de 10,2 (2011) para 16,5 milhões de passageiros/ano, sendo 11,6 milhões no do terminal de passageiros 1 e 4,9 milhões no do terminal remoto; nova área de carga e descarga; ampliação da área comercial; substituição de escadas rolantes; instalação de 17 elevadores e reforma dos pontos de check-in. Também está sendo elaborado o projeto executivo para aumento da pista de pouso em 600 m e aumento da área do pátio em 192.400 m².

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 A Copa do Mundo FIFA 2014 é uma grande oportunidade para consolidar várias regiões de Minas Gerais como rota turística internacional. Essa foi uma das avaliações feitas na primeira reunião do Conselho Gestor das Copas, realizada nessa quinta-feira (14), na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte. O encontro, presidido pelo governador em exercício Alberto Pinto Coelho, teve o objetivo de fazer um balanço do que está sendo feito em todo o Estado para receber a principal competição de futebol mundial e traçar os planos para o futuro.

Segundo estudo apresentado pelo secretário de Estado de Turismo, Agostinho Patrus Filho, no último mundial, na África do Sul, 83% dos turistas fizeram o chamado “turismo adicional”, visitando pelo menos mais quatro cidades além dos locais em que assistiram os jogos da competição. A média de gasto por pessoa foi de R$ 11,4 mil.

“Vamos preparar os diversos roteiros em Minas e ofertá-los aos maiores operadores nacionais e internacionais, além de tratarmos da comunicação e promoção dos diversos destinos e roteiros do Minas”, disse o secretário, citando a Serra do Cipó, os parques estaduais, a rota das Grutas e as cidades históricas como circuitos de grande potencial turístico.

Segundo o secretário, as características das regiões turísticas em Minas podem ser bastante atrativas para quem visita o país. A África do Sul, por exemplo, recebeu, em 2010, mais pessoas interessadas em turismo ecológico e de aventura do que nas praias. “Isso demonstra uma grande oportunidade para Minas trazer os turistas não só preocupados em curtir sol e praia”, destacou Agostinho Patrus.

Governo de Minas já tem mapeadas as principais melhorias a serem feitas em 22 destinos indutores do turismo mineiro visando atender ao crescimento da demanda do setor com a Copa do Mundo, com base em um estudo feito pela Fundação Getúlio Vargas.

“Em cima desses dados foi montado o nosso eixo de atuação: a sinalização turística, de acesso ou interpretativa, as estruturas de recepção aos turistas, que serão construídas ou melhoradas, e também a implantação de ferramentas tecnológicas de informação, além do trabalho de receptivo turístico”, detalhou o secretário.

CTS

Uma das opções para as cidades do interior é se credenciar como Centro de Treinamentos de Seleções (CTS), local escolhido pelas equipes para a ambientação do país cerca de vinte dias antes do início do Mundial. Uma das prioridades para o Governo de Minas é levar a Copa ao interior do estado. Faremos todos os esforços para hospedar em Minas Gerais o maior número possível de seleções”, diz o secretário Extraordinário para a Copa do Mundo, Sérgio Barroso.

Até agora 19 cidades mineiras já se candidataram a ser CTS: Araxá, Caxambu, Caeté, Divinópolis, Extrema, Formiga, Governador Valadares, Ipatinga, Juiz de Fora, Lagoa Santa, Matias Barbosa, Montes Claros, Patos de Minas, Poços de Caldas, Sacramento, Sete Lagoas, Uberaba, Uberlândia e Varginha.

O papel da Secopa é orientar essas cidades na condução da candidatura. O Governo de Minas acredita que uma cidade apta a receber uma seleção estará também preparada para receber turistas durante e após a Copa do Mundo da FIFA 2014. Experiências de outros países mostram que o título de CTS atrai turistas, gera mais empregos, incrementa o turismo, fortalece a imagem da cidade e gera visibilidade mundial e também que  a simples preparação para atrair uma seleção deixa como legado melhorias na infraestrutura do município.

“Temos que interiorizar a Copa e internacionalizar Minas. Vamos promover a cultura e  os produtos mineiros,  como  queijo,  café,  cachaça e artesanato”, conclui Barroso.

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 O Estádio Joaquim Henrique Nogueira/Arena do Jacaré é o principal palco do futebol mineiro desde julho de 2010, quando o Mineirão foi fechado para modernização. A mudança levou para Sete Lagoas, região Central de Minas, os clubes, as torcidas, o trabalho da Administração de Estádios do Estado de Minas Gerais (Ademg), responsável pela gestão do estádio, e, dentre outras instituições, a Vigilância Sanitária, órgão fiscalizador dos bares, que atua para “diminuir, eliminar, prevenir ou minimizar riscos e agravos à saúde dos usuários”, conforme atesta a fiscal da Vigilância Sanitária de Sete Lagoas, Simone Cecílio Abreu.

Conforme o artigo 23 do Estatuto do Torcedor, o laudo de condições sanitárias e de higiene, responsabilidade da Vigilância Sanitária, é obrigatório para tornar a praça de esportes apta a receber eventos e o público em geral. Esse laudo é essencial para garantir, por exemplo, a qualidade do “tropeirão”, tradicional prato servido em partidas de futebol realizadas em Minas Gerais. Em jogos com grande público, como o dessa quarta-feira (21) entre Atlético e Flamengo, são vendidos, em média, 300 tropeiros em cada um dos bares da Arena do Jacaré.

O estádio possui todos os laudos apresentados dentro do prazo, mas o trabalho envolve muito mais do que a emissão de documentos. Toda a estrutura dos permissionários dos bares é constantemente avaliada e aprimorada pelos fiscais sanitários da Vigilância Sanitária de Sete Lagoas, com apoio da Ademg.

“Estamos sempre acompanhando os trabalhos de instituições como a Vigilância Sanitária para garantir que o estádio esteja com os laudos em dia e, principalmente, receba bem o público nos dias de jogos”, relata o gerente do Núcleo Arena do Jacaré da Ademg, Feliciano Alves Diniz.

A Vigilância Sanitária também orienta os funcionários dos bares, que recebem capacitação. “As ações educativas têm como objetivos a conscientização e atualização do profissional com relação à legislação e aos processos de trabalho”, explica Simone Abreu. A funcionária do bar da imprensa da Arena, Fabiana Madeira, conta que as instruções e treinamentos têm sido importantes no trabalho durante os eventos no estádio. “Os cursos deram resultado, são válidos e sempre aprendemos alguma coisa”, conclui.

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Fonte: Artigo de Aécio Neves – Folha de S.Paulo

Mil dias

A ausência de um planejamento eficiente e as falhas nos projetos têm sido, aliás, as primeiras e principais causas das mazelas em obras públicas

Na próxima sexta, 16 de setembro, estaremos a exatos mil dias para que a bola comece a rolar na abertura da Copa no Brasil. O que deveria ser motivo de comemoração em um país apaixonado por futebol, infelizmente serve também para confirmar, de forma dramática, a instalação da política do improviso na administração pública brasileira.

Estamos atrasadíssimos e caminhando a passos lentos em direção a um calendário inexorável, apesar de o Brasil ter sido escolhido como sede da Copa em outubro de 2007.

Quatro anos atrás. A dimensão dos problemas que teremos, ao que tudo indica, pode ser mensurada pelo cidadão que já enfrenta congestionamento nos aeroportos ou observa que grande parte das obras nas cidades-sede permanece no papel. Isso a menos de dois anos da Copa das Confederações, a grande avant-première de 2014.

No caso dos aeroportos, cruciais para o transporte num país continental como o nosso, fomos vítimas de uma posição ideológica arcaica do governo, que considerava as concessões e as parcerias com o setor privado (PPPs) quase crime de lesa pátria.

Visão que parece superada com o anúncio feito de concessão de alguns de nossos terminais, embora, acredito, com atrasos já irremediáveis.

Igualmente conhecida é a precariedade das rodovias federais e do transporte coletivo nas capitais que terão jogos. Para explicar esse quadro desolador, há um fator predominante: a má gestão. A ausência de um planejamento eficiente e as falhas nos projetos têm sido, aliás, as primeiras e principais causas das mazelas em obras públicas.

Soma-se nesse contexto a iniciativa do governo de flexibilizar as licitações para a Copa. O novo regime de contratação das obras, RDC, está sendo implantado sem o necessário debate no Congresso e sem a devida análise dos órgãos de fiscalização.

As mudanças nas normas das licitações podem até ter aspectos inovadores, mas serão introduzidas em contratos com cifras vultosas.

A falta de transparência nessas contratações e a urgência nos prazos poderão resultar em desperdício de dinheiro e em chances de corrupção.

Infelizmente, outros dois velhos conhecidos do país. Por fim, não podemos nos esquecer que, durante o maior evento esportivo do planeta, os olhos do mundo estarão voltados para nós. Nossa infraestrutura e serviços de segurança serão avaliados diariamente, e nosso potencial turístico apresentado a milhões de pessoas. O Brasil poderá ganhar ou perder muito.

Em Copa do Mundo, só há um domínio em que o improviso deve prevalecer: nos gramados, quando estiver em campo o talento da seleção. Talento, aliás, que anda meio sumido. Mas, para isso, o Mano ainda tem tempo.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.

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 O Estádio Governador Magalhães Pinto (Mineirão), recebeu, nesta quinta-feira (5), a visita da Comissão de Esporte, Lazer e Juventude da Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Os deputados estaduais puderam tirar dúvidas com relação às obras de modernização do estádio e visualizar o trabalho realizado no campo e no entorno da arena.

O secretário de Estado Extraordinário da Copa do Mundo, Sergio Barroso, acompanhou a comitiva e ressaltou que as obras estão 100% em dia. “Estaremos prontos já para a Copa das Confederações. Vamos ter o melhor estádio do Brasil”, comentou.

O presidente da Comissão, deputado estadual Marques Abreu (PTB), presente na visita, enfatizou que a comissão vai caminhar junto ao Executivo, “para levar nosso Estado a fazer um grande evento”. O autor do requerimento para visita ao Mineirão, deputado estadual Adelmo Carneiro Leão (PT), declarou que a ida ao estádio foi positiva. “Vamos estar na Assembleia Legislativa em atividade permanente e acompanhando todas as ações para que ao final a gente possa aplaudir essa obra monumental”, disse. Também estiveram presentes os deputados estaduais Fabiano Tolentino (PRTB), Gustavo Perrella (PDT) e Tadeuzinho Leite (PMDB).

As obras do Mineirão encontram-se rigorosamente dentro do cronograma, com previsão de conclusão em dezembro de 2012. Atualmente na terceira e última etapa da modernização, o estádio está sendo adequado ao mais alto padrão de qualidade estabelecido pela Fifa. No momento, 300 operários trabalham nas obras, que seguem em ritmo acelerado. Aproximadamente 25% das escavações para sustentação da arquibancada inferior já foram concluídas, 95% da demolição da área interna do Mineirão está concluída (arquibancadas, escritórios, lojas etc) e aproximadamente 50% da área externa foi demolida para construção da esplanada.

O secretário Sergio Barroso também considerou a visita da comissão positiva. Segundo ele, é importante envolver todos os segmentos da sociedade para que a Copa 2014 seja bem sucedida.

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Cerca de 400 pessoas, entre operários e convidados, comemoraram, nesta quinta-feira (28), os “100 Dias em Dia” da terceira e principal fase de obras de modernização do Estádio Governador Magalhães Pinto (Mineirão). São 100 dias de trabalho que colocam Minas Gerais à frente das outras sedes da Copa de 2014 no Brasil, com o cumprimento rigoroso do cronograma da Fifa.

Durante o encontro, batizado de “Tropeirão no Mineirão”, foi oferecido almoço especial, com o tradicional tropeiro, em comemoração também ao Dia do Trabalhador. Estiveram presentes os secretários de Estado Extraordinário da Copa do Mundo, Sergio Barroso, e de Esportes e da Juventude, Braulio Braz; o presidente do Comitê Municipal Executivo da Copa 2014, Tiago Lacerda; e representantes da empresa Minas Arena, responsável pelas obras.

Barroso parabenizou os operários. “Parabéns a todos que estão escrevendo esse novo capítulo da história do estádio, que hoje dá exemplo ao Brasil por estar em dia com a agenda de 2014. Vocês estão trabalhando no projeto de um dos maiores estádios do país, que sediará encontros memoráveis. Estamos na torcida para, quem sabe, ser o palco de abertura da Copa”, disse.

O secretário Braulio Braz elogiou o evento. “Essa confraternização se reveste de um significado especial. Ao mesmo tempo em que é uma comemoração pelos 100 dias do início das obras de modernização do Mineirão, é a comprovação de que o Governo do Estado de Minas Gerais vai além do cumprimento rigoroso de todos os compromissos assumidos com a Fifa para a realização, em Belo Horizonte, de partidas da Copa do Mundo de 2014”, comentou.

O diretor presidente da Minas Arena, Ricardo Barra, também comemorou o marco dos 100 dias de trabalho, reforçando toda a complexidade da obra. “Trata-se de um projeto bastante sofisticado e emblemático. Com muito esforço e dedicação atingimos essa nova marca, o que nos dá muita tranquilidade para seguir adiante. Estamos confiantes em nossa equipe, que é rigorosamente treinada. Me orgulho muito de participar desse projeto, com muito entusiasmo. É como se fosse minha primeira obra”, disse. Ele destacou, ainda, a qualidade do trabalho e a segurança, fatores tão importantes quanto o cumprimento do cronograma.

Mãos a obra

Nas quatro tendas que foram montadas na parte externa do Mineirão para a realização do almoço, também foi apresentada uma exposição de fotos, denominada “Mãos a obra”, com imagens dos trabalhadores e das obras. As 40 fotografias mostraram detalhes captados durante a realização das obras e o dia a dia dos operários, protagonistas do encontro.

Márcio Lúcio Pereira, 54 anos, que trabalha no estádio como armador, classificou a função atual como a mais importante de seu histórico profissional, de 34 anos. “Com certeza, essa é a maior obra que eu já participei. Trabalhei durante 10 meses na construção do Mineirinho, em 1979, mas nem se compara com o que eu tenho aprendido com esse trabalho no Mineirão. Eu recebo hoje treinamento em prevenção de risco, que não existia 30 anos atrás”, relatou.

O mestre de obras Valdomiro Cordeiro Missena, 47 anos, reiterou a grandiosidade do projeto de modernização do Mineirão, do qual faz parte desde janeiro deste ano. “No pico da obra, vamos ter aqui dois mil empregados. É uma amostragem muito grande. Cheguei a coordenar, no máximo, 500 pessoas no passado. Agora, lidamos com novas exigências, como certificação ambiental e normas de segurança do trabalho. A realidade hoje nos obriga a ampliar conhecimentos”, ressaltou.

Para a comemoração do “Tropeirão no Mineirão” foram necessários 260 quilos de tropeiro, que consumiu 200 ovos, 60 quilos de arroz, 20 quilos de feijão, 20 quilos de linguiça, 30 quilos de lombo, 12 quilos de toucinho e 12 quilos de bacon, além de 300 litros de suco.

Ritmo acelerado

As obras no Estádio Governador Magalhães Pinto (Mineirão), seguem em ritmo acelerado, cumprindo rigorosamente o calendário. As máquinas avançam do lado de fora do estádio e cerca de 50% da área externa já foi demolida para a construção da esplanada multiuso, que vai circundar todo o estádio. Também estarão localizados nesse novo espaço, por exemplo, o novo estacionamento coberto.

Dentro do estádio, a antiga geral, a arquibancada inferior, lojas, escritórios e bares já foram derrubados. Cerca de  95% da demolição interna estão concluídos e em torno de 25% das escavações para sustentação da nova arquibancada foram realizadas. As escavações podem variar de 4 a 12 metros de profundidade, uma vez que o Mineirão está situado em um terreno inclinado. Após a perfuração, os tubulões, como são chamadas as perfurações, são preenchidos com aço e concreto, formando pilares bastante rígidos que sustentarão a nova estrutura.

As fundações também serão o passo seguinte na área externa. Essas estruturas sustentarão a futura esplanada. Ao mesmo tempo em que serão feitas essas escavações do lado de fora, serão realizados os trabalhos de terraplenagem. O Mineirão foi construído em área íngreme, mas o nivelamento do terreno permitirá melhor aproveitamento do espaço abaixo da esplanada.

Atualmente 300 operários trabalham no Mineirão, todos devidamente capacitados. Um canteiro de obras também foi construído. No local, funcionam o escritório, refeitório, centro de convivência dos operários, vestiários, banheiros, almoxarifados e depósitos. Na medida em que as contratações crescerem, as instalações do canteiro serão ampliadas. O pico será no início de 2012, com dois mil funcionários.

“O Mineirão será o primeiro estádio pronto para a Copa. Faremos a reinauguração no dia 31 de dezembro de 2012 e isso vai nos credenciar a ter papel importante na Copa das Confederações em 2013 e também na Copa do Mundo Fifa Brasil em 2014”, concluiu o secretário de Estado Extraordinário da Copa do Mundo, Sergio Barroso.

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As obras noEstádio Governador Magalhães Pinto (Mineirão), seguem em ritmo acelerado, cumprindo rigorosamente o calendário. As máquinas avançam do lado de fora do estádio e cerca de 50% da área externa já foi demolida para a construção da esplanada multiuso, que vai circundar todo o estádio. Também estarão localizados nesse novo espaço, por exemplo, o novo estacionamento coberto.

Dentro do estádio, a antiga geral, a arquibancada inferior, lojas, escritórios e bares já foram derrubados. Cerca de  95% da demolição interna está concluída e, em torno de 25% das escavações para sustentação da nova arquibancada já foram realizadas. As escavações podem variar de 4 a 12 metros de profundidade, uma vez que o Mineirão está situado em um terreno inclinado. Após a perfuração, os tubulões, como são chamadas as perfurações, são preenchidos com aço e concreto, formando pilares rígidos que sustentarão a nova estrutura.

As fundações também começarão a ser feitas na área externa. Essas estruturas sustentarão a futura esplanada. Ao mesmo tempo em que serão feitas essas escavações do lado de fora, serão realizados os trabalhos de terraplenagem. O Mineirão foi construído em área íngreme, mas o nivelamento do terreno permitirá melhor aproveitamento do espaço abaixo da esplanada.

“Os trabalhos de demolição e fundação demandam um bom tempo para execução. Quando entrarmos na modernização propriamente dita todos vão se surpreender com a rapidez da evolução”, explica o diretor-presidente da Minas Arena, Ricardo Barra. 

Atualmente 300 operários trabalham no Mineirão, todos devidamente capacitados. Um canteiro de obras também foi construído. No local, funcionam o escritório, refeitório, centro de convivência dos operários, vestiários, banheiros, almoxarifados e depósitos. Na medida em que as contratações crescerem, as instalações do canteiro serão ampliadas. O pico da obra será no início de 2012, com dois mil funcionários.

“O Mineirão será o primeiro estádio pronto para a Copa. Faremos a reinauguração no dia 31 de dezembro de 2012 e isso vai nos credenciar a ter papel importante na Copa das Confederações, em 2013”, ressalta o secretário de Estado Extraordinário da Copa do Mundo, Sergio Barroso.

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