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Archive for the ‘Eleições 2012’ Category

Eleições 2012: Aecio – Artigo de Marcus Pestana avalia o novo cenário com vitória expressiva do PSDB nas grande cidades mineiras.

Eleições 2012: Aecio

 Eleições 2012: projeto de Aecio conquista 80% de Minas

Eleições 2012: Aecio – Artigo de Marcus Pestana avalia o novo cenário com vitória expressiva do PSDB nas grande cidades mineiras.

Fonte: O Tempo

Um balanço das eleições municipais em Minas

O PSDB fez o maior número de prefeitos

MARCUS PESTANA
Deputado federal (PSDB-MG)

As eleições municipais de 2012 marcaram mais um passo na consolidação da democracia. Já é possível visualizar os resultados alcançados pelas diversas forças políticas. Há uma procura obsessiva por um suposto “recado das urnas” ou a tentativa forçada de extrair uma leitura nacional e estratégica. Esforço vão.

A primeira coisa a registrar é que, desde a plena redemocratização em 1985, é a 15ª eleição livre e democrática no país. Todos têm voz e vez. Fala o PMDB, o PSDB, o DEM e o PT. Falam as minorias ideológicas radicalizadas (PSTU, PSOL, PCO, PCdoB). O processo é imperfeito, como imperfeitos são o ser humano e a sociedade. Demagogia, poder econômico, baixo nível de informação, falta de enraizamento partidário, tudo influencia. E do “liquidificador mental” da população nascem as conclusões e as decisões. Como disse o estadista inglês: “a democracia é o pior sistema, exceto todos os outros”.

Por outro lado, por mais que se esforcem os analistas e líderes de plantão, não há um significado nacional e estratégico. As eleições municipais são marcadas pela discussão dos problemas cotidianos das cidades e sobre os melhores gestores para governá-las. É evidente que o julgamento do mensalão pode impactar perifericamente o processo de decisão, mas a lógica é predominantemente local.

Por mais que alguns tenham alertado que 2014 não estava em jogo, a mídia e alguns analistas insistem que a eleição de 2012 preparou o tabuleiro para a eleição presidencial. Como se as eleições locais fossem o prefácio, a antessala da disputa de 2014. Nada mais errado. Collor se elegeu presidente sem ter mais do que dez prefeitos o apoiando. As eleições para presidente da República ou governo do Estado têm grande autonomia. Mais valem o palanque eletrônico na TV e a crescente influência das redes sociais.

Ainda assim, saímos revigorados em Minas Gerais. O PSDB foi o partido com maior número de prefeitos eleitos: 143. As forças aliadas que apoiam o projeto liderado por Aecio Neves e Antonio Anastasia desde 2002 conquistaram 80% das prefeituras e milhares de cadeiras nas câmaras municipais. Nas 59 maiores cidades, com mais de 40 mil eleitores, quatro têm segundo turno; nas 55 cidades restantes, foram 35 vitórias das forças aliadas. Somam-se a estas duas situações peculiares, Pará de Minas e Ubá, com candidatos eleitos não alinhados, mas vice-prefeitos do PSDB.

É de ressaltar a retumbante vitória de Marcio Lacerda e Aecio Neves em Belo Horizonte contra o ex-prefeito, ex-ministro e maior liderança petista em Minas, Patrus Ananias, pela primeira vez na história, no primeiro turno – mesmo com a intensa participação de Dilma e de Lula -, E a significativa vitória do deputado Carlaile Pedrosa na cidade mais industrializada do Estado, Betim.

Para fechar com chave de ouro, só faltam as vitórias de Bruno Siqueira, Lerin, Rui Muniz e Carlim Moura, no próximo domingo. A conferir!

Eleições 2012: Aecio – Link do artigo: http://www.otempo.com.br/otempo/noticias/?IdNoticia=214194,OTE&IdCanal=2

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Aecio e Campos evitam falar da presidência em 2014. Os dois estiveram em Uberaba para apoiar a candidatura de Antonio Lerin do PSB.

Aecio: 2014

 Aecio e Campos evitam falar da presidência em 2014

Aecio e Campos evitam falar da presidência em 2014. Os dois estiveram em Uberaba para apoiar a candidatura de Antonio Lerin do PSB.

Fonte: Agência Estado publicado no Estado de Minas

Aecio e Campos evitam falar de possível aliança entre PSDB e PSB em 2014

Dois dos nomes cotados para terem papéis de destaque na disputa pelo Palácio do Planalto em 2014, o senador Aecio Neves (PSDB-MG) e o presidente nacional do PSB, governador Eduardo Campos (PE), participaram juntos de ato de campanha em Minas Gerais nesta sexta-feira, mas evitaram qualquer referência a uma possível aliança para a corrida presidencial. Pelo contrário, reforçaram parcerias nas eleições municipais, mas o tucano fez a ressalva da “compreensão das circunstâncias do outro”, enquanto Campos salientou que alianças locais significam uma renúncia “às posições em nível nacional”.Aecio é o nome mais cotado do PSDB para a eleição presidencial de 2014 e já manifestou interesse em uma aliança com o socialista, que integra a base do governo da Presidente Dilma Rousseff e é visto como figura essencial em uma possível coligação pela reeleição da petista. Mas PSB e PSDB também mantêm alianças locais, como a que resultou na reeleição em primeiro turno do prefeito de Belo Horizonte, o socialista Marcio Lacerda, e, em 2010, na eleição do governador de Minas, o tucano Antonio Anastasia.Nesta sexta-feira, os dois participaram de ato de campanha do deputado estadual Antonio Lerin (PSB), que chegou ao segundo turno na disputa pela prefeitura de Uberaba, no Triângulo Mineiro, contra o deputado federal Paulo Piau (PMDB). Segundo Campos, porém, a presença dos dois no evento tem significado “para 2012“. “A eleição nem terminou ainda. Falar dessas coisas termina criando problema, mais para Aecio do que para mim”, disse, referindo-se a 2014, em meio a risos inclusive do tucano.

De acordo com o governador, as parcerias locais ocorrem “com muita naturalidade” porque integrantes das duas legendas estiveram juntos “em momentos bonitos da vida brasileira”, como a redemocratização. “Estivemos separados nos últimos anos nas lutas políticas brasileiras, mas, quando o interesse do País foi colocado na pauta, a gente sempre esteve junto. Isso é da maturidade democrática. Não faz a gente renunciar às nossas diferenças nem deixar as posições que temos a nível nacional”, observouCampos, que negou a intenção de rodar o Brasil em uma espécie de pré-campanha. “Quem está pelo País todo é o Aecio“, declarou, mais uma vez entre risos de todos.

Aecio concordou com a aproximação em torno das “grandes questões nacionais”, mas ressaltou que essas alianças ocorrem com “cada um compreendendo as circunstâncias do outro”. “Política é isso. Você compreender as circunstâncias do seu amigo, do seu companheiro. Eduardo participa hoje com seu partido da base de sustentação do governo da presidente Dilma. Somos a oposição. E cada um cumpre o seu papel”, concluiu.

Aécio: 2014 – Link da matéria: http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2012/10/19/interna_politica,324532/aecio-e-campos-evitam-falar-de-possivel-alianca-entre-psdb-e-psb-em-2014.shtml

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Aecio e Campos em Uberaba abrem caminho para 2014. Senador apoia candidato do PSB no Triângulo. Relação entre PT e PSB estão estremecidas.

Aecio: presidente 2014

 Aecio e Campos em Uberaba abrem caminho para 2014

Aecio e Campos em Uberaba abrem caminho para Presidência da República em 2014. Foto Revista Época

Fonte: Correio Braziliense

Aecio e Eduardo juntos

Belo Horizonte – Dois possíveis concorrentes à Presidência da República em 2014, o senador Aecio Neves(PSDB-MG) e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), participam juntos, hoje, pela primeira vez, da campanha de um candidato apoiado por ambos nas eleições municipais 2012. O pedido conjunto de votos será em Uberaba, no Triângulo Mineiro, para o deputado estadual Antônio Lerin (PSB), que disputa o segundo turno na cidade contra o deputado federal Paulo Piau (PMDB).

A viagem a Uberaba tem ingredientes para trazer alguma fervura à sucessão da presidente Dilma Rousseff em 2014. O PSB é um dos principais partidos aliados do Palácio do Planalto, mas Eduardo Campos e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva estremeceram as relações entre PT e PSB ao não fecharem acordo para candidatura comum no Recife. O governador apoiou Geraldo Julio (PSB), que venceu a eleição, enquanto o partido de Lula indicou o senador Humberto Costa (PT), que ficou em terceiro lugar na disputa.

Eduardo e Aecio tiveram a chance de aparecer juntos também em Belo Horizonte, onde o senador, em aliança idêntica, apoiou o candidato do PSB, o prefeito Marcio Lacerda, que se reelegeu. O governador de Pernambuco, no entanto, não esteve na capital.

O presidente estadual do PSDB, deputado federal Marcus Pestana, acredita que o encontro dos dois presidenciáveis em Uberaba fortalece ambos nas articulações para a disputa pelo governo federal em 2014. “É o quadro político nacional fugindo dessa lógica totalitária, de hegemonia única de um partido só”, afirmou, referindo-se ao PT. “É um sinal de que o PSB, como já disse o próprio Eduardo Campos, não será uma sublegenda do Partido dos Trabalhadores em 2014“, avaliou. Segundo Pestana, Aecio partirá de São Paulo e Eduardo do Recife para a campanha em Uberaba, que está prevista para começar às 16h30, com uma caminhada no chamado Calçadão, na região central da cidade mineira.

O vice-presidente estadual do PT em Minas Gerais, o deputado federal Miguel Correa Júnior, não vê significado algum no encontro além da união comum entre partidos para disputas locais. “O governador de Pernambuco já disse que é aliado do PT”, minimizou.

O articulador da visita de Eduardo e Aecio a Uberaba hoje foi Marcos Montes (PSD), deputado federal. “A ideia era os dois virem, então fizemos uma montagem para que viessem juntos”, contou o parlamentar. Além da caminhada, o governador de Pernambuco e o senador mineiro terão ainda um encontro fechado com militantes.

Nestes dias que antecedem o segundo turno, Aecio deve participar apenas na propaganda eleitoral em rádio e televisão das outras campanhas em Minas Gerais. O parlamentar não irá a Montes Claros, onde o partido apoia o PRB; a Juiz de Fora, cidade em que os tucanos anunciaram apoio a Bruno Siqueira (PMDB); nem a Contagem, onde a legenda do parlamentar aderiu à campanha de Carlin Moura (PCdoB). Nos três municípios, o confronto é contra o PT.

Empate técnico em Fortaleza
A disputa pela prefeitura de Fortaleza está tecnicamente empatada, segundo pesquisa Datafolha divulgada ontem. Apesar da ligeira vantagem do candidato do PT, Elmano de Freitas, que tem 42% das intenções de voto, contra 37% de Roberto Cláudio (PSB), a margem de erro, de três pontos percentuais, contempla o empate. Os votos brancos e os nulos somam 11% e 9% não sabem ou não responderam ao levantamento. A disputa também é apertada considerando os votos válidos. Se a eleição fosse hoje, Elmano teria 53% e Roberto Cláudio, 47%. A pesquisa do Datafolha foi realizada entre os dias 16 e 17 deste mês e ouviu 1.281 pessoas na capital cearense. A amostragem foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do estado sob o número CE-00180/2012.

Aecio: presidente 2014 – Link da matéria: http://impresso.correioweb.com.br/app/noticia/cadernos/politica/2012/10/19/interna_politica,58358/aecio-e-eduardo-juntos.shtml

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Ainda sobre as eleições – artigo de Murilo Rocha

Por Redatores da Turma do Chapéu

Pela primeira vez em 20 anos, o PT estará fora da prefeitura de Belo Horizonte. A saída dos petistas que romperam com o prefeito Marcio Lacerda se deu principalmente por causa da bem avaliada gestão do atual prefeito, mas também de erros estratégicos de um partido que resolveu trair uma administração aprovada.

Eleições 2012 em Belo Horizonte

Ainda sobre as eleições

Murilo Rocha

O TEMPO, 11/10/2012

As análises sobre a derrota e, consequentemente, a saída do PT da Prefeitura de Belo Horizonte depois de 20 anos na administração municipal ainda vão ecoar dentro e fora do partido por muito tempo. As primeiras conclusões surgiram antes mesmo do resultado das urnas: a aliança de 2008 com o PSDB foi um erro, e a ruptura, às vésperas do início do processo eleitoral, talvez tenha sido uma decisão pior ainda. Os discursos pós-derrota destacando a recuperação da identidade da sigla na capital mineira, a retomada da militância e a volta do “velho PT” soam mais como um analgésico com prazo de validade para suportar a enorme ressaca eleitoral.

A eleição em Belo Horizonte, incluindo-se aí a da Câmara de Vereadores, merece uma reflexão para além da política de alianças. A Belo Horizonte de 1992, quando Patrus foi eleito prefeito da capital, dando início à era PT na cidade, não existe mais. A classe média intelectualizada e os trabalhadores politizados, capazes de mobilizar seus pares e decidir uma eleição, foram reduzidos, sendo parte empurrada para cima, e outra parte, para baixo da pirâmide social. Esse nicho tradicionalmente eleitor do PT foi pulverizado porque ascendeu economicamente, se desligando de um ideal partidário, ou porque foi achatado, com perda do poder de consumo.

Em julho deste ano, quando Patrus foi lançado candidato às pressas como o único nome capaz de derrotar o atual prefeito, Marcio Lacerda (PSB) – apoiado por Aécio Neves (PSDB) -, o partido contava justamente com esse antigo eleitor de 20 anos atrás. E decepcionou-se. O PT mudou; Belo Horizonte mudou; o eleitorado mudou; mas a campanha de Patrus não se deu conta disso e foi em vão em busca de um passado morto e enterrado.

De repente, o PT em Belo Horizonte parece ter tomado um susto com a mercantilização da relação entre candidato e eleitor, com o pragmatismo das alianças, com a falta de uma posição definida dos candidatos em campos políticos. Ironicamente, o partido não soube como agir diante de um cenário do qual ele mesmo aceitou participar e incentivar a partir de 2002, quando o Lulismo suplantou qualquer resistência dentro do PT à ideia de se perpetuar no poder a qualquer custo. Patrus criticou o pragmatismo eleitoral do rival, o qual foi praticado pelo seu próprio partido com grande competência em nível nacional.

Marcio Lacerda venceu em oito das nove regionais. Só perdeu na regional Nordeste. O prefeito teve votação expressiva nas classes mais ricas, mas também nas mais pobres. Somam-se a isso cerca de 15% de votos nulos e brancos e 18% de abstenções. Ou seja, entre quem esteve disposto a votar em um candidato, a maioria preferiu ficar acomodada, porque gosta da atual gestão ou porque não vê uma alternativa melhor. E é justamente esse o ponto de partida de reflexão para o PT na capital. O partido não se apresenta mais como algo diferente.

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Aécio 2014: presidente Dilma e a vitória de Lacerda. PT deu as costas para Minas mais uma vez, senador foi decisivo nas eleições em BH.

Aécio Neves 2014 e a presidente Dilma

Fonte: Jogo do poder

 Aécio 2014: presidente Dilma e a vitória de Lacerda

Aécio 2014: presidente Dilma e a vitória de Lacerda. PT deu as costas para Minas mais uma vez, senador foi decisivo nas eleições em BH. Foto Veja.com

Onde estava Dilma quando Aécio a derrotou em BH?

O PT tenta um ar blasé para minimizar a constatação de que Aécio Neves foi decisivo para que a PBH, depois de 20 anos, deixasse de ser a casa do PT em Minas Gerais.

Além da derrota no voto popular para Marcio Lacerda e o grupo do senador Aécio Neves, líderes de um grupo político que defende a gestão pública eficiente e transparente, a eleição para aPrefeitura de Belo Horizonte também deixou uma dezenas de questionamentos ao PT sem que o partido respondesse: “O PT foi oposição ou fez parte do Governo Marcio Lacerda em seu primeiro mandato?”; “Se Lacerda foi um prefeito ruim, como a campanha de Patrus pregou, por que o partido não tomou a decisão institucional de deixar os cargos que ocupava na prefeitura bem antes do embate eleitoral?”; “Por que Patrus, quando conselheiro da PBH na Gestão Marcio Lacerda, não fez as mesmas críticas que trouxe à tona durante a campanha eleitoral?”, entre outras indagações.

A principal delas, que, inclusive, a “mineira” Dilma Rousseff poderia ajudar seus conterrâneos do PT a responder:Aécio Neves foi responsável pela separação de Marcio Lacerda do PT e, consequentemente, de sua vitória sobre o candidato petista?”.

No início da campanha eleitoral, os petistas acusaram Aécio de tramar o rompimento do prefeito Marcio Lacerda com o PT, mesmo sendo público e recorrente o espernear do vice-prefeito petista, Roberto Carvalho, ao ponto de abrir críticas públicas à administração municipal, com o claro intuito de lutar por uma candidatura própria de seu partido.

Naquele momento, a tese de rompimento com a administração municipal, defendida por Roberto Carvalho, saiu vitoriosa. E em tom irônico, o PT creditava ao prefeito Marcio Lacerda a decisão de se aliar ao senador Aécio Neves e ao PSDB.

Foi preciso encomendar visitas-relâmpago do ex-presidente Lula e da presidenta Dilma a Minas Gerais para reforçar a imagem de que foi Lacerda quem se afastou do PT e buscou em Aécio apoio para se reeleger prefeito.

Agora, derrotados, com Lula e Dilma de costas mais uma vez para Minas Gerais, os petistas tentam um ar blasé para minimizar a derrota e a constatação evidente de que o senador Aécio Neves foi decisivo para que a Prefeitura de Belo Horizonte, depois de 20 anos, deixasse de ser a casa do PT em Minas Gerais.

Mesmo estando apenas poucas horas em Belo Horizonte durante os três meses da campanha eleitoral, o tempo foi suficiente para que a presidenta Dilma não precisasse deixar Minas Gerais para perceber que o senador Aécio Neves a derrotou ao levar Marcio Lacerda à reeleição.

Para sua sorte, Dilma vota em Porto Alegre.

Aécio Neves 2014Link do artigo – http://www.jogodopoder.com

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PSDB pode sair vitorioso das eleições em 2012. Hoje, o PSDB tem nove das maiores cidades do país. Pode chegar a 22.

PSDB: Eleições 2012

Fonte: Folha de S.Paulo

PT e PSDB têm melhores resultados no grupo das maiores cidades do país

Nos municípios com mais de 200 mil eleitores, PT ganhou 8 prefeituras e disputará mais 22

O PSDB teve o segundo melhor desempenho, com seis prefeitos já eleitos e 17 candidatos no segundo turno
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 PSDB pode sair vitorioso das eleições em 2012

PSDB pode sair vitorioso das eleições em 2012. Hoje, o PSDB tem nove das maiores cidades do país. Pode chegar a 22. – Clique na imagem para ampliar

PT e PSDB saíram na frente na disputa pelo comando das 83 maiores cidades do país, aquelas com mais de 200 mil eleitores.

Nesse grupo -que representa 1,5% das prefeituras, mas 36,5% do eleitorado-, o PT venceu 8 prefeituras no primeiro turno e disputará segundo turno em 22. O potencial do partido é de chegar ao comando de 30, contra 21 que administra hoje.

Além de São Paulo, onde Fernando Haddad disputa segundo turno com o tucano José Serra, petistas estão na briga em outras cinco capitais, como Salvador e Fortaleza, e várias cidades de regiões metropolitanas, como Santo André (SP) e Contagem (MG).

Já o PSDB, que elegeu seis prefeitos nas 83 maiores cidades, também tem amplo potencial de crescimento. Tucanos disputarão segundo turno em 17 localidades.

Hoje, o PSDB tem nove das maiores cidades do país. Pode chegar a 22.

PT e PSDB, justamente os partidos que polarizam as eleições presidenciais desde 1994, formam o principal confronto em 28 de outubro.

Nos 50 municípios com segundo turno, os dois partidos irão se enfrentar em seis cidades. Além de São Paulo, brigam diretamente em Guarulhos, Taubaté (SP), João Pessoa (PB), Pelotas (RS) e Rio Branco (AC).

A maioria dos 83 maiores colégios eleitorais do país fica no Sudeste (46), seguido por Nordeste (14), Sul (12), Norte (6) e Centro-Oeste (5).

O PMDB, que comanda 15 dessas cidades, conquistou três no primeiro turno e segue na briga em outras 16. Já o PSB, hoje no comando de quatro, levou cinco anteontem e disputa outras seis no segundo turno.

O PSD, recém-criado pelo prefeito paulistano Gilberto Kassab após uma dissidência do DEM, venceu apenas uma dessas disputas anteontem. Concorrerá em outras cinco.

No grupo das menores prefeituras do país, os 3.875 municípios com menos de 15 mil habitantes, o PMDB continua sendo a sigla com o maior número de prefeitos. Elegeu 749 agora, 271 a mais que o PSDB, o segundo colocado.

Um gráfico nas págs. A10 e A11 mostra o desempenho dos principais partidos conforme o porte dos municípios.

PSDB: Eleições 2012 – Link da matéria – http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/71033-pt-e-psdb-tem-melhores-resultados-no-grupo-das-maiores-cidades-do-pais.shtml

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Após as eleições municipais, Aécio Neves sai fortalecido para 2014.

Aécio Presidente: 2014



O ex-governador e ex-senador do Ceará, Tasso Jereissati (PSDB), disse neste domingo (7) que cogita voltar à vida pública para apoiar uma provável candidatura do senador Aécio Neves (PSDB-MG) à Presidência da República. Em 2010, derrotado na corrida pelo Senado Federal, o tucano declarou que estava se aposentando da política para se dedicar aos netos.

Após votar em um colégio particular da capital cearense durante a manhã, Tasso admitiu voltar atrás em sua decisão pelo senador Aécio Neves Ele afirmou à imprensa que se “empolgaria” e se “engajaria” por acreditar “ser uma candidatura de renovação não só de geração, mas de ideias”.

Fonte: Portal iG

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